Candidíase - tabu que afeta muitas mulheres
A candidíase é comum, mas identificar causas e evitar gatilhos reduz episódios repetidos. Confirme aqui.

A candidíase surge com frequência na vida de diversas mulheres e, muitas vezes, aparece acompanhada de dúvidas, vergonha e silêncio. Além disso, a infecção se desenvolve quando o fungo Candida albicans cresce além do normal, gerando coceira, ardor e secreção esbranquiçada. Embora seja comum, a condição ainda provoca receio, principalmente quando retorna várias vezes ao ano e interfere no bem-estar cotidiano. A candidíase recorrente, aliás, apresenta quatro ou mais episódios anuais, o que atinge cerca de 5% das mulheres em fase reprodutiva.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiGinecologistas explicam que o fungo vive naturalmente na flora vaginal e intestinal. Entretanto, qualquer desequilíbrio favorece a proliferação. Portanto, compreender os gatilhos ajuda a reduzir o desconforto, fortalecer o cuidado íntimo e evitar ciclos repetidos. Por isso, médicos reuniram as dúvidas mais comuns que recebem em consultório e esclarecem ponto a ponto.
Leia também – Candidíase: veja causas, sintomas e formas de tratamento
1. A candidíase recorrente retorna ao menos quatro vezes por ano
O diagnóstico ocorre durante exame físico com o ginecologista. Assim, quando reaparece quatro ou mais vezes, recebe classificação de recorrente.
2. A candidíase não é uma IST
Apesar de surgir após relações em alguns casos, ela não é transmitida sexualmente. O problema nasce de desequilíbrios orgânicos, como alteração da flora ou falta de vitaminas. Mesmo assim, o uso de preservativo segue essencial para evitar ISTs. O tratamento usa cremes vaginais ou comprimidos orais.
3. O parceiro não precisa tratar — com poucas exceções
Como geralmente não há transmissão, o parceiro não precisa tratar. Contudo, homens que apresentam coceira ou irritação podem usar antifúngicos.
4. O estresse influencia, mas não é a causa direta
Alterações do cortisol, glicose alta e imunidade baixa podem favorecer a infecção. Por isso, controlar diabetes e reduzir estresse ajuda.
5. Banheiro público e roupa molhada não causam, mas favorecem desequilíbrios
Situações que alteram o pH vaginal aumentam o risco, como:
- uso de antibióticos;
- DIU e pílulas com estrogênio alto;
- diabetes;
- gravidez;
- baixa imunidade.
Com informações do portal Terra.
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