Saúde e Bem-estar

Mounjaro pode causar queda de cabelo? Relato de Lexa acende alerta

A artista afirmou que sofreu queda de cabelo depois de utilizar o medicamento e decidiu compartilhar a experiência com seguidores no Instagram.

Lexa
Foto: Reprodução/Redes sociais

O uso de canetas emagrecedoras voltou ao centro do debate nas redes sociais após a cantora Lexa relatar um efeito colateral associado ao Mounjaro. A artista afirmou que sofreu queda de cabelo depois de utilizar o medicamento e decidiu compartilhar a experiência com seguidores no Instagram.

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A declaração ocorreu na última quarta-feira (11), em resposta a uma publicação que perguntava o que as pessoas deveriam saber antes de usar o remédio. Lexa contou que aplicou a caneta apenas uma vez e que percebeu a queda na parte frontal do cabelo.

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“Fiz tratamento pra voltar os priminhos da frente”, escreveu. Em seguida, destacou que, apesar de considerar o medicamento eficaz, não pretende voltar a utilizá-lo. “Mounjaro é ‘mara’, mas não é para todo mundo. Nunca mais tomei”, completou.

Monjauro provoca queda de cabelo?

Além do relato da cantora, outros usuários também mencionaram possíveis efeitos colaterais. Entre eles, citaram náuseas, diminuição da eficácia de anticoncepcionais e desconfortos gastrointestinais. Por outro lado, algumas pessoas relataram melhora na autoestima após a perda de peso obtida com o tratamento.

Alerta da Anvisa

Paralelamente aos depoimentos nas redes sociais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou o alerta sobre os riscos associados ao uso dessas canetas. O Mounjaro integra a classe dos agonistas do receptor GLP-1, que inclui substâncias como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida.

Segundo a agência, o acompanhamento profissional é indispensável, sobretudo diante do risco de eventos adversos graves. A Anvisa informou que registrou seis mortes por pancreatite possivelmente relacionadas ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil entre 2020 e 2025. A pancreatite aguda pode evoluir para formas necrotizantes e apresentar risco de morte.

Além disso, dados apontam que efeitos como náusea, diarreia, vômito e constipação atingem parcela significativa dos usuários. Estudos indicam que até 18% das pessoas que utilizam tirzepatida e 24% das que usam semaglutida relatam esse tipo de reação.

Dessa forma, especialistas reforçam que o uso de medicamentos para emagrecimento exige prescrição médica e monitoramento contínuo. Embora muitas pessoas busquem resultados rápidos, o acompanhamento adequado reduz riscos e contribui para decisões mais seguras.

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Com mais de 23 anos de experiência na área, e passagens por diversos veículos de comunicação do Estado, atua no portal AQUINOTICIAS.COM desde 2021, e está em sua segunda passagem pelo veículo, somando mais de 11 anos de empresa. Formada em História e pós-graduada em Jornalismo Político, atuou também em assessoria de imprensa por mais de 15 anos, além de passagem por emissoras de rádio, TV e revistas em Cachoeiro de Itapemirim.