Saúde e Bem-estar

Mpox pode virar pandemia? Veja respostas

Entenda o que é Mpox, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas e por que a OMS decretou emergência internacional.

A foto mostra mpox
Fonte: Freepik

A Mpox voltou ao centro do debate global após a Organização Mundial da Saúde declarar emergência em saúde pública. Desde então, muitas dúvidas surgiram. Além disso, boatos se espalharam rapidamente nas redes sociais. Por isso, especialistas reforçam informações confiáveis. Embora a doença apresente menor letalidade, ela demonstra alta capacidade de transmissão. Portanto, autoridades intensificam medidas de contenção.

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Muitas pessoas temem uma nova pandemia. No entanto, especialistas esclarecem que a declaração de emergência acelera estratégias de controle. Ou seja, a medida organiza ações globais. Além disso, a nova variante apresenta maior transmissibilidade. Dessa forma, organismos internacionais ampliam vigilância e vacinação direcionada. Assim, a decisão busca conter o avanço da doença.

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1. O que é Mpox?

A Mpox é uma doença viral. Anteriormente, as pessoas a chamavam de varíola dos macacos. O vírus circula historicamente em regiões da África. Contudo, atualmente a transmissão ocorre principalmente entre humanos. O contágio acontece por contato íntimo com lesões, mucosas ou fluidos corporais.

2. Por que a OMS decretou emergência?

A OMS decretou emergência para acelerar a resposta global. Inicialmente, surtos surgiram na África. Em seguida, casos se espalharam por outros continentes. Além disso, uma nova variante aumentou a transmissibilidade. Portanto, a medida fortalece estratégias de contenção. Diferentemente de outras crises, essa decisão não indica alta letalidade geral.

3. A Mpox pode matar?

A Mpox apresenta baixa taxa de mortalidade. Contudo, ela pode causar formas graves em grupos vulneráveis. Em geral, a doença provoca lesões na pele e mucosas. Essas feridas duram semanas e depois cicatrizam. Entretanto, pessoas imunossuprimidas enfrentam maior risco de complicações.

4. Como prevenir a Mpox?

A prevenção começa pela informação. Primeiramente, evite contato direto com lesões suspeitas. Além disso, não compartilhe objetos pessoais contaminados. Autoridades priorizam vacinação para grupos vulneráveis. Como há poucas doses disponíveis, especialistas não recomendam vacinação em massa. Portanto, estratégias focam quem apresenta maior risco.

5. Por que não há vacinação para todos?

Especialistas consideram critérios epidemiológicos e operacionais. Existem grupos mais vulneráveis. Além disso, a oferta de vacinas ainda é limitada. Pessoas acima de 50 anos podem ter imunidade cruzada da antiga vacina contra varíola. Assim, autoridades priorizam quem mais precisa.

6. Quais são os principais sintomas?

A Mpox começa com febre e mal-estar. Em seguida, surgem lesões na pele. Essas marcas evoluem para vesículas elevadas. Elas podem aparecer na genitália, boca ou outras áreas do corpo. Portanto, ao notar alterações na pele, procure atendimento médico.

7. Como funciona o tratamento?

Médicos realizam diagnóstico por exame laboratorial com PCR. Depois disso, eles indicam tratamento sintomático. Ou seja, aliviam dor e febre. Além disso, orientam isolamento até cicatrização total das lesões. Antivirais existem, mas custam caro e têm acesso restrito. Portanto, o cuidado clínico evita complicações.

8. Por que o nome mudou?

Especialistas mudaram o nome para evitar estigmas. O termo antigo gerava interpretações equivocadas. Atualmente, a transmissão ocorre entre humanos. Assim, o nome Mpox representa melhor o cenário científico atual.

Com base em informações do portal A Gazeta ES.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.