Parkinson: sinais que você não deve ignorar
A Doença de Parkinson afeta os movimentos, porém o tratamento controla sintomas e melhora a qualidade de vida.

A Doença de Parkinson é um distúrbio neurológico progressivo. Ela compromete diretamente os movimentos do corpo. Dessa forma, o paciente apresenta tremores, rigidez e lentidão.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiA doença surge quando células da substância negra se degeneram. Essas células produzem dopamina, um neurotransmissor essencial. Portanto, a redução dessa substância prejudica a comunicação entre cérebro e músculos.
Consequentemente, o corpo perde fluidez nos movimentos. Ainda que a causa exata não seja totalmente conhecida, fatores genéticos e ambientais influenciam o quadro.
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Principais sintomas do Parkinson
Inicialmente, os sintomas aparecem de forma discreta. No entanto, com o tempo, tornam-se mais evidentes. Assim, familiares costumam perceber as primeiras mudanças.
Entre os sinais mais comuns, destacam-se:
- tremores em repouso, principalmente nas mãos;
- lentidão para realizar tarefas simples;
- rigidez muscular constante;
- postura inclinada para frente;
- dificuldade na fala e na escrita.
Além disso, o paciente pode apresentar distúrbios do sono, dores e alterações emocionais. Em muitos casos, o tremor aumenta com o estresse. Por outro lado, ele pode desaparecer durante o sono.
Como ocorre o diagnóstico
O médico realiza o diagnóstico com base na avaliação clínica. Ou seja, ele analisa o histórico do paciente e executa um exame neurológico detalhado.
Atualmente, não existe exame específico para confirmar a doença. Portanto, o olhar clínico especializado faz toda a diferença. Quanto antes ocorre a identificação, melhores são os resultados do tratamento.
Evolução da doença
A progressão da Doença de Parkinson varia entre os pacientes. Em geral, ela evolui de forma lenta e contínua. Dessa maneira, os sintomas se intensificam gradualmente.
Apesar disso, cada organismo responde de forma única. Por isso, o acompanhamento médico constante se torna indispensável.
Tratamento e qualidade de vida
Embora a medicina não ofereça cura, o tratamento controla os sintomas. Assim, o paciente mantém autonomia por mais tempo.
Os médicos utilizam medicamentos para repor ou simular a dopamina. Em situações específicas, indicam cirurgia. Paralelamente, fisioterapia e terapia ocupacional melhoram os movimentos.
Além disso, a fonoaudiologia auxilia na fala e na deglutição. Portanto, o cuidado multidisciplinar amplia a qualidade de vida.
Dessa forma, o tratamento contínuo permite que o paciente viva com mais conforto e dignidade.
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