Saúde e Bem-estar

Aedes aegypti: quem ele pica e como transmite a dengue

Conhecer o comportamento do Aedes aegypti ajuda a prevenir a dengue.

A foto mostra Aedes aegypti
Fonte: Freepik

A dengue continua avançando no Brasil em 2026. Modelos matemáticos projetam cerca de 1,8 milhão de infecções. A temporada da doença segue até outubro. Embora o cenário seja menos grave que 2024, o risco persiste. Assim, o país vive um dos períodos mais críticos desde 2000.

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Até abril de 2025, o Brasil superou um milhão de casos confirmados. Além disso, autoridades registraram 670 mortes. Consequentemente, o impacto preocupa gestores de saúde. Por isso, especialistas reforçam ações preventivas. Informação correta se torna uma ferramenta essencial.

Leia também – Vacina brasileira contra dengue supera expectativas no SUS

Quem é o mosquito Aedes aegypti

O Aedes aegypti vive principalmente em áreas urbanas. Ele permanece próximo das pessoas durante todo o dia. Além disso, ele se reproduz em água parada. Vasos, garrafas abertas e ralos servem como criadouros. Caixas-d’água mal vedadas também facilitam a proliferação.

O mosquito circula dentro de casas e apartamentos. Por isso, muitas pessoas não percebem sua presença. A picada costuma ser indolor no momento do ataque. Isso ocorre porque o inseto libera substâncias anestésicas. Assim, a transmissão acontece sem que a vítima perceba.

Como ocorre a transmissão da dengue

A dengue se transmite pela picada do mosquito infectado. Durante a picada, o vírus entra na corrente sanguínea. A saliva do inseto carrega o agente causador da doença. Portanto, uma única picada já pode infectar. Não é necessário contato repetido.

Mesmo sem coceira ou marcas visíveis, o risco existe. A ausência de sinais não impede a transmissão.Por isso, prevenção precisa ser contínua. Evitar o mosquito continua sendo a principal estratégia. Esse cuidado reduz casos e mortes.

O Aedes aegypti prefere humanos?

O Aedes aegypti prefere picar seres humanos. Diferente de outros mosquitos, ele raramente busca animais. Essa preferência facilita a circulação do vírus. Em áreas com casas próximas, o risco aumenta. Assim, surtos se espalham rapidamente.

Algumas pessoas atraem mais o mosquito. O inseto identifica cheiro, suor e calor corporal. Além disso, o gás carbônico da respiração influencia. Alterações hormonais também interferem. Por isso, a picada varia entre indivíduos.

Sintomas mais comuns da dengue

Os principais sintomas incluem:

  • Febre alta
  • Dor no corpo e nas articulações
  • Dor de cabeça e atrás dos olhos
  • Cansaço intenso e manchas na pele
  • Falta de apetite
  • Náuseas e vômitos

Ao surgirem sinais, a orientação médica se torna fundamental.

Como se proteger da dengue

Eliminar água parada reduz a reprodução do mosquito. Pratos de plantas e garrafas abertas exigem atenção. Ralos e caixas-d’água precisam de proteção. Além disso, o uso de repelente ajuda diariamente. Telas em portas e janelas reforçam a defesa.

Vacina contra a dengue reforça a prevenção

A vacina Qdenga protege contra os quatro sorotipos. Ela utiliza vírus atenuado para estimular defesa. A imunização reduz o risco de formas graves. Em breve, 17 de janeiro, o SUS aplicará a vacina do Butantan.Mesmo vacinado, o cuidado com o ambiente permanece essencial.

Com base em informações do portal Metrópoles.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.