Dia Mundial da Asma alerta para riscos da falta de tratamento
Controle da asma evita crises, internações e complicações graves.

O Dia Mundial da Asma mobiliza profissionais e pacientes. A campanha acontece na primeira terça-feira de maio. Nesse contexto, especialistas chamam atenção para o controle da doença.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiAtualmente, cerca de 23,2% dos brasileiros convivem com asma. Entretanto, muitos não controlam a condição corretamente. Como resultado, aumentam os riscos de crises e complicações.
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Falta de controle preocupa especialistas
Apesar da alta prevalência, poucos pacientes mantêm controle adequado da asma. Apenas 12,3% conseguem estabilizar a doença. Em casos graves, o descontrole chega a 60%.
Diante desse cenário, o sistema de saúde enfrenta pressão constante. O SUS registra cerca de 350 mil internações por ano. Assim, a asma figura entre as principais causas de hospitalização.
Asma- doença silenciosa exige diagnóstico precoce
A asma inflama e estreita os brônquios. Dessa forma, dificulta a passagem do ar. Consequentemente, o paciente sente falta de ar e chiado.
Os sintomas pioram à noite ou após esforço físico. Além disso, surgem com exposição a alérgenos e poluição. Por isso, o diagnóstico precoce faz diferença no controle.
Fatores de risco aumentam crises de asma
Diversos fatores desencadeiam crises asmáticas. Entre eles, destacam-se poeira, ácaros e mofo. Também contribuem mudanças climáticas e infecções virais.
Além disso, a fumaça de cigarro agrava o quadro. Da mesma forma, doenças como rinite dificultam o controle. Portanto, identificar gatilhos se torna essencial.
Tratamento contínuo evita agravamentos
O tratamento exige regularidade e disciplina. Principalmente, o uso de corticoides inalatórios controla a inflamação. Ao mesmo tempo, broncodilatadores aliviam sintomas imediatos.
Quando o paciente interrompe o tratamento, a inflamação persiste. Consequentemente, aumentam as crises e as idas ao hospital. Assim, o acompanhamento médico contínuo se torna indispensável.
Sinais de alerta não devem ser ignorados
Alguns sinais indicam descontrole da asma. Tosse frequente, chiado e falta de ar merecem atenção. Além disso, despertares noturnos indicam agravamento.
O cansaço em atividades simples também alerta para piora. Nesse caso, o uso frequente de medicação de alívio reforça o risco. Portanto, o paciente deve buscar avaliação médica.
Prevenção melhora qualidade de vida
A asma não tem cura, mas permite controle eficaz. Com tratamento adequado, o paciente leva vida normal.
Para isso, é necessário evitar gatilhos e manter hábitos saudáveis. Limpar o ambiente, evitar fumaça e praticar exercícios ajudam. Dessa maneira, o controle reduz complicações e internações.
SUS garante acesso ao tratamento
O SUS oferece diagnóstico e medicamentos gratuitos. O paciente deve procurar uma Unidade Básica de Saúde.
Com orientação adequada, ele aprende a controlar sintomas. Assim, reduz crises e melhora a qualidade de vida.
- com base em dados do Ministério da Saúde.
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