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Dor ao treinar? Descubra o que pode ser agora

Dor ao treinar pode indicar entesopatia, uma inflamação comum em quem pratica exercícios intensos.

A foto alude à entesopatia
Fonte: Freepik

Você sente dor durante ou após o treino? Então, observe com cuidado. Muitas pessoas ignoram esse sinal. No entanto, o incômodo pode indicar entesopatia. Essa condição afeta justamente a ligação entre tendões e ossos.

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Em geral, praticantes de atividade física relatam esse tipo de dor. Ainda assim, pessoas com doenças inflamatórias também apresentam o problema. Portanto, entender a origem do desconforto ajuda a evitar complicações.

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O que é entesopatia?

A entesopatia surge quando ocorre inflamação na inserção do tendão no osso. Ou seja, o ponto de conexão sofre sobrecarga. Como resultado, o corpo responde com dor e, em alguns casos, degeneração local.

Além disso, a repetição de movimentos intensos acelera esse processo. Consequentemente, atletas e praticantes frequentes de exercícios enfrentam maior risco.

Principais causas e fatores de risco

Em primeiro lugar, o excesso de treino aparece como principal causa. Ao mesmo tempo, mudanças bruscas de intensidade agravam o quadro. Por exemplo, aumentar carga ou tempo sem preparo prejudica os tendões.

Outro fator relevante envolve o uso de calçados inadequados. Da mesma forma, superfícies rígidas intensificam o impacto. Enquanto isso, fatores internos também influenciam. Entre eles, destacam-se:

  • Baixa flexibilidade muscular
  • Fraqueza na musculatura da panturrilha
  • Sobrecarga repetitiva

Esportes como corrida, vôlei e basquete aumentam a incidência. Isso ocorre porque exigem impacto constante e movimentos repetitivos.

Sintomas mais comuns

Inicialmente, a dor surge de forma leve. Porém, com o tempo, ela se intensifica. Em muitos casos, aparece durante o movimento. Em outros, persiste até em repouso. Além disso, a região afetada pode apresentar rigidez. Por consequência, o desempenho físico cai. Ignorar esses sinais tende a piorar o quadro.

Tratamento e recuperação

O tratamento varia conforme a gravidade. Em casos leves, repouso e gelo aliviam a dor. Paralelamente, fisioterapia acelera a recuperação. Quando necessário, médicos indicam analgésicos e anti-inflamatórios. Ainda assim, o fortalecimento muscular e o alongamento desempenham papel essencial. Por outro lado, casos mais avançados exigem afastamento do treino. Em situações raras, procedimentos cirúrgicos podem ser necessários. O tempo de recuperação varia bastante. Em média, leva de três semanas a seis meses. Portanto, respeitar o corpo faz toda a diferença.

Como prevenir a entesopatia

Primeiramente, mantenha uma rotina equilibrada de treino. Em seguida, aumente a intensidade de forma gradual. Dessa forma, você reduz o risco de lesões.Escolha calçados adequados. Igualmente, priorize superfícies menos rígidas. Por fim, inclua alongamento e fortalecimento na rotina.

Em síntese, ouvir o corpo evita problemas maiores. Afinal, dor não representa evolução. Ela sinaliza que algo precisa mudar.

Com base em informações do portal Metrópoles.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.