Dra. Lidiane Silva focou tema pouco compreendido: mães atípicas
Mãe atípica, cuidar de si fortalece o cuidado com o filho e garante equilíbrio emocional.

O dia 15 de abril do Simpósio de Saúde – Guaçuí – 2026 foi cenário do I Seminário sobre o Transtorno do Espectro Autista. O encontro ampliou o debate sobre diagnóstico, neurociência, políticas públicas e inclusão. Ao mesmo tempo, promoveu a troca de experiências práticas e fortaleceu o compromisso com uma abordagem mais humana do TEA.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiEspecialistas redimensionaram as abordagens sobre o autismo, desmitificando concepções equivocadas e ampliando o diálogo. Dessa forma, o evento impactou diretamente a relação entre saúde e a inclusão.
Encerrando o ciclo de palestras, a Dra. Lidiane Silva abordou a realidade das mães atípicas. Portanto, ela trouxe um olhar sensível e necessário.
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Mãe atípica também precisa de cuidado
A médica atua na saúde mental infantojuvenil e adulta. Possui pós-graduação em Psiquiatria e acumula experiência clínica em TEA, TDAH, ansiedade e depressão. Além disso, ela prioriza o cuidado integral do paciente e da família.
Seu trabalho integra conhecimento técnico e sensibilidade. Dessa forma, ela constrói um olhar mais humano sobre os desafios da maternidade atípica.
Com base nessa trajetória, ela estuda e apoia mães atípicas que enfrentam demandas constantes. Segundo a médica, muitas priorizam exclusivamente o cuidado com o filho no início. No entanto, esse comportamento provoca desgaste físico e emocional ao longo do tempo.
Por isso, a palestra reforça uma mensagem clara: cuidar do filho exige equilíbrio pessoal. Assim, preservar a saúde mental se torna essencial para sustentar o cuidado contínuo.
O cuidado começa no filho, mas precisa voltar para a mãe
A maternidade atípica transforma a rotina desde o início. Nesse contexto, a mãe direciona energia total ao filho. No entanto, esse movimento gera desgaste ao longo do tempo. Com isso, muitas mulheres deixam suas próprias necessidades em segundo plano. Elas silenciam emoções importantes. Consequentemente, o acúmulo emocional provoca esgotamento.
Sobrecarga emocional exige atenção
A mãe atípica enfrenta desafios constantes no cotidiano. Ao mesmo tempo, ela lida com demandas práticas e emocionais. Frequentemente, a rede de apoio se mostra limitada. Por isso, a sensação de solidão aumenta. A sociedade ainda demonstra pouca compreensão. Dessa maneira, a sobrecarga se intensifica. Consequentemente, a saúde mental sofre impactos diretos.
Autocuidado fortalece o cuidado com o outro
Cuidar de si não representa egoísmo. Pelo contrário, essa atitude fortalece o cuidado com o filho. Assim, a mãe preserva sua saúde emocional. Além disso, pequenas pausas contribuem para o equilíbrio. Por exemplo, momentos de descanso auxiliam na recuperação mental. Ao mesmo tempo, o apoio psicológico oferece suporte contínuo. Portanto, o autocuidado precisa fazer parte da rotina.
Equilíbrio garante uma maternidade possível
O cuidado sustentável exige equilíbrio diário. Nesse sentido, a mãe precisa reconhecer limites. Dividir responsabilidades se torna fundamental. Quando isso acontece, a rotina se torna mais leve.
Consequentemente, o vínculo com o filho se fortalece. Portanto, cuidar do outro também exige cuidar de si. Assim, a maternidade se torna mais saudável e possível.
Com base em informações do portal Grupo Folha do Caparaó.
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