ES fortalece combate às arboviroses - saiba como
CICC fortalece vigilância, amplia tecnologias e reduz impactos das arboviroses no Espírito Santo.

Há um ano, o Governo do Espírito Santo criou o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) de Arboviroses. Desde então, o Estado coordena ações integradas contra dengue, chikungunya, Zika e Oropouche. Além disso, a Secretaria da Saúde do Espírito Santo lidera estratégias conjuntas com diversos órgãos. Portanto, o CICC fortalece a vigilância epidemiológica e amplia respostas rápidas. Consequentemente, o Espírito Santo estrutura um modelo mais eficiente de enfrentamento.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiDurante esse primeiro ano, o CICC priorizou ações estruturantes. Ao mesmo tempo, investiu em capacitações contínuas para profissionais da saúde. Dessa forma, integrou Atenção Primária e Vigilância em Saúde. Além disso, promoveu mobilizações estaduais contra o mosquito transmissor. Paralelamente, lançou o painel “Monitoramento das Arboviroses no Espírito Santo”. Assim, garantiu transparência com dados atualizados diariamente.
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Educação em saúde impulsiona resultados
Primeiramente, o CICC capacitou mais de 700 profissionais. O Núcleo Especial de Atenção Primária (NEAPRI) e o Núcleo Especial de Vigilância Epidemiológica (NEVE) lideraram nove formações. Inclusive, organizaram o “Seminário de Preparação dos Municípios para o Período Sazonal das Arboviroses”. Portanto, os municípios alinharam estratégias antes do período crítico.
Além disso, as equipes responderam às demandas locais. Por exemplo, ofereceram capacitação sobre investigação de óbitos e manejo da dor na chikungunya. Dessa maneira, qualificaram a assistência e reduziram riscos.
Tecnologia amplia combate ao Aedes
Ao longo do ano, o Estado ampliou o uso de novas tecnologias. Seguindo diretrizes do Ministério da Saúde, implementou ovitrampas e Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI). Consequentemente, expandiu o monitoramento de 15 para 58 municípios em 2025.
A estratégia das ovitrampas conta com coordenação da Fundação Oswaldo Cruz. O método identifica áreas de maior risco por meio da contagem de ovos do mosquito. Assim, os municípios direcionam ações com mais precisão. Além disso, oito novos municípios iniciarão a estratégia em breve.
Paralelamente, o Estado executa a BRI nos 78 municípios capixabas. A aplicação ocorre em escolas, creches e unidades de saúde. Portanto, complementa as ações tradicionais e reduz a circulação viral.
Investimentos e estudos contra novos vetores
Além do Aedes aegypti, o CICC combate o Culicoides paraensis, conhecido como maruim. Para enfrentar o Aedes, o Estado investiu R$ 211 mil na compra de 50 mil ovitrampas. Ao mesmo tempo, iniciou estudos com o Ministério da Saúde e a Fiocruz para avaliar inseticidas e repelentes contra o maruim. Assim, amplia o escopo de proteção.
Cenário epidemiológico atual
Em 2025, o Espírito Santo notificou 88.747 casos de dengue, com 32.001 confirmações e dois óbitos. Além disso, registrou 2.260 casos confirmados de chikungunya. No caso da Zika, não confirmou casos. Já o Oropouche somou 6.392 confirmações e um óbito.
Embora os números fiquem abaixo de anos anteriores, o Estado mantém vigilância ativa. Portanto, o CICC consolida um modelo integrado. Dessa forma, fortalece prevenção, resposta rápida e proteção da população capixaba.
Com base em informações do portal SESA.
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