Saúde e Bem-estar

Mpox no Brasil se aproxima de 90 casos

Brasil registra 88 casos confirmados de mpox, detalha sintomas, prevenção e estratégia de vacinação para grupos prioritários.

A foto alude ao Mpox
Fonte: Freepik

O Brasil registra 88 casos confirmados de mpox, além de 171 suspeitas em investigação. O Ministério da Saúde atualizou os dados nesta terça-feira, 24, no painel epidemiológico oficial. Além disso, o boletim inclui três confirmações em Minas Gerais e uma no Paraná. Até o momento, as autoridades não registram óbitos relacionados à doença. No entanto, os números reforçam a importância da vigilância ativa e da prevenção contínua.

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Atualmente, São Paulo concentra 63 casos confirmados e lidera o ranking nacional. Em seguida, o Rio de Janeiro soma 15 registros oficiais. Além disso, o país contabiliza 1.045 casos confirmados ao longo de 2025. Infelizmente, três óbitos ocorreram neste ano, segundo dados oficiais. Portanto, especialistas reforçam atenção aos sintomas e busca rápida por atendimento.

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O que é mpox e como ocorre a transmissão

A mpox, também chamada de varíola dos macacos, é causada pelo vírus MPXV. O contágio acontece, principalmente, por contato direto com pessoas infectadas. Além disso, abraços, beijos e relações sexuais facilitam a transmissão. Da mesma forma, o vírus se espalha por objetos contaminados, como roupas e talheres. Segundo o ministério, o período de incubação varia entre três e 21 dias.

Sintomas da mpox: sinais que exigem atenção

Os principais sintomas incluem erupções cutâneas e lesões na pele. Além disso, a pessoa pode apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo. Frequentemente, surgem linfonodos inchados, calafrios e sensação de fraqueza. Em geral, os sinais persistem entre duas e quatro semanas. Por isso, ao notar sintomas, o paciente deve procurar atendimento médico imediato.

Prevenção: medidas simples reduzem riscos

Primeiramente, autoridades recomendam evitar contato próximo com pessoas infectadas. Caso o contato seja inevitável, o uso de luvas e máscaras se torna essencial. Além disso, a higiene frequente das mãos reduz significativamente o risco. Da mesma forma, a limpeza de roupas, toalhas e lençóis deve ocorrer regularmente. Por fim, a desinfecção de superfícies e o descarte correto de resíduos completam a proteção.

Vacinação contra mpox: quem pode receber?

O Brasil iniciou a vacinação em 2023, após liberação provisória da Anvisa. O imunizante Jynneos, também chamado Imvanex, é produzido pela Bavarian Nordic. O esquema vacinal exige duas doses, com intervalo de quatro semanas. No entanto, o país prioriza grupos específicos devido à oferta limitada. Assim, a estratégia busca proteger quem enfrenta maior risco de exposição.

Pré-exposição

Autoridades indicam a vacina para pessoas entre 18 e 49 anos que vivem com HIV. Além disso, profissionais de laboratório que manipulam o vírus também recebem prioridade. Quando disponível, a imunização pode atender usuários de PrEP. Nesses casos, o intervalo mínimo entre vacinas deve respeitar 30 dias.

Pós-exposição

Pessoas maiores de 18 anos expostas ao vírus podem receber a vacina. O contato pode ocorrer por relações sexuais ou toque em fluidos contaminados. Além disso, ambientes fechados favorecem transmissão por gotículas. A recomendação prevê aplicação em até quatro dias após a exposição. Excepcionalmente, a vacina pode ser aplicada até 14 dias, com menor eficácia.

Vigilância e responsabilidade coletiva

Portanto, os casos de mpox no Brasil exigem atenção constante. Embora o cenário não registre óbitos recentes, o monitoramento continua essencial. Além disso, a informação correta combate o medo e reduz a desinformação. Consequentemente, a população fortalece a prevenção e interrompe cadeias de transmissão. Assim, o país enfrenta a mpox com vigilância, vacinação e responsabilidade coletiva.

Com informações do Estadão Conteúdo.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.