Saúde e Bem-estar

Mpox no Espírito Santo: 1º caso em 2026 acende alerta

Espírito Santo confirma primeiro caso de Mpox em 2026, enquanto Brasil soma 88 registros e mantém alerta sanitário.

A foto mostra teste de mpox positivo
Fonte: Freepik

O Espírito Santo confirma o primeiro caso de Mpox em 2026 e, assim, reacende o alerta sanitário no Estado. A confirmação ocorre em Colatina, na Região Noroeste. Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde monitora outras notificações ao longo do ano. Até o momento, o órgão registra 14 suspeitas. Contudo, as equipes descartam 13 casos e mantêm um em investigação. Portanto, as autoridades intensificam a vigilância epidemiológica.

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Enquanto isso, o Brasil amplia o monitoramento da doença em diferentes regiões. Segundo o Ministério da Saúde, o país soma 88 casos confirmados em 2026. São Paulo lidera os registros, com 62 ocorrências desde janeiro. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, Rondônia e Minas Gerais. Além disso, Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal também notificam casos. No entanto, o país não registra mortes neste ano.

Leia também – Mpox no Brasil se aproxima de 90 casos

Cenário nacional preocupa autoridades

Em 2025, o Brasil contabiliza 1.079 casos e duas mortes por Mpox. Já no Espírito Santo, o Estado registra 229 notificações no ano passado. Desse total, as equipes confirmam 39 casos. Além disso, três permanecem suspeitos e 170 são descartados. Assim, os dados revelam que a vigilância ativa reduz riscos maiores.

Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância da informação. Afinal, o diagnóstico precoce reduz complicações. Além disso, a população precisa reconhecer sintomas e buscar atendimento rápido.

O que é Mpox e como ocorre a transmissão

A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox. A transmissão acontece, principalmente, por contato direto com lesões de pele. Além disso, o vírus se espalha por fluidos corporais, sangue e mucosas.

O contágio também ocorre pelo contato próximo ao falar ou respirar perto de uma pessoa infectada. Nesses casos, gotículas respiratórias facilitam a transmissão. Da mesma forma, o toque, o beijo e as relações sexuais aumentam o risco. Além disso, o compartilhamento de objetos contaminados, como toalhas e lençóis, contribui para a disseminação.

Sintomas exigem atenção imediata

O sintoma mais comum é a erupção cutânea. As lesões se parecem com bolhas ou feridas. Elas podem durar de duas a quatro semanas. Além disso, o paciente pode apresentar febre, dor de cabeça e dores musculares.

Muitas pessoas também relatam cansaço intenso e inchaço dos gânglios linfáticos. As lesões atingem rosto, mãos, pés e região genital. O período de incubação varia de três a 16 dias. Contudo, pode chegar a 21 dias.

Tratamento e risco de agravamento

Os médicos direcionam o tratamento para aliviar sintomas e evitar complicações. Atualmente, eles não utilizam medicamento específico aprovado para a doença. Ainda assim, a maioria dos pacientes apresenta evolução leve ou moderada.

Entretanto, recém-nascidos, crianças e imunossuprimidos enfrentam maior risco. Esses grupos podem desenvolver infecções secundárias e complicações graves. Em casos severos, as equipes indicam internação e cuidados intensivos. Portanto, a prevenção continua essencial.

Como se proteger

Primeiramente, evite contato com lesões suspeitas. Além disso, não compartilhe objetos pessoais. Também higienize as mãos com frequência. Caso surjam sintomas, procure atendimento imediato. Assim, você protege sua saúde e reduz a transmissão.

Com base em informações do portal A Gazeta ES.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.