Saúde e Bem-estar

Mudou o tempo? Cuidado: temporada de gripe começou mais cedo

Influenza A avança antes do período esperado e pressiona casos de SRAG em todo o país.

A foto mostra pessoa gripada
Fonte: Freepik

A temporada de gripe começou mais cedo no Brasil e já pressiona o sistema de saúde. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, o vírus influenza A circula com intensidade antes do padrão histórico. Normalmente, o aumento ocorre entre outono e inverno; no entanto, os dados atuais indicam antecipação preocupante. Por isso, especialistas reforçam a vigilância epidemiológica e a prevenção imediata.

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Ao mesmo tempo, estados como Mato Grosso, Amapá, Pará, Rondônia, Rio de Janeiro e Espírito Santo registram crescimento expressivo. Da mesma forma, quase todo o Nordeste apresenta alta, exceto o Piauí. Diante desse cenário, autoridades monitoram a evolução dos casos e ampliam estratégias de controle. Consequentemente, o alerta se estende para diferentes regiões do país.

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Casos de SRAG crescem em todo o país

O boletim mais recente revela aumento contínuo nos casos de síndrome respiratória aguda grave. Em 2026, o Brasil já notificou mais de 20 mil ocorrências. Paralelamente ao avanço da influenza A, o boletim aponta crescimento contínuo dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em todo o país. Em 2026, o Brasil já registrou 20.311 notificações. Desse total, 7.523 casos, o equivalente a 37%, apresentaram resultado positivo para vírus respiratórios.

Além disso, pesquisadores destacam a vacinação como principal agente preventivo. A imunização reduz casos graves e, sobretudo, evita mortes. Portanto, campanhas públicas ganham ainda mais relevância neste momento. Paralelamente, a vacinação contra influenza começa para grupos prioritários, ampliando a proteção coletiva.

Principais vírus e grupos mais afetados

O levantamento aponta o rinovírus como principal responsável pelos casos positivos, com 41,9%. Em seguida, aparecem influenza A, Sars-CoV-2 e o vírus sincicial respiratório. Cada agente afeta grupos distintos, o que exige atenção específica.

Por exemplo, crianças menores de dois anos sofrem mais com o VSR. Já crianças maiores enfrentam mais infecções por rinovírus. Em contrapartida, jovens, adultos e idosos registram maior incidência de influenza A. Dessa forma, o perfil etário influencia diretamente o risco de complicações.

Panorama de óbitos e impacto dos vírus

Em relação às mortes, o Sars-CoV-2 lidera os registros, seguido por influenza A e rinovírus. Esse dado reforça a importância da vacinação e do diagnóstico precoce. Portanto, medidas simples, como higiene das mãos e uso de máscara em casos sintomáticos, ajudam a conter o avanço.

Dessa maneira, o Brasil enfrenta um cenário atípico, com múltiplos vírus em circulação simultânea. Logo, a prevenção se torna essencial para reduzir impactos e proteger os grupos mais vulneráveis.

Com base em informações do portal Terra.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.