Saúde e Bem-estar

Nova mutação de mpox coloca mundo em alerta; entenda o risco

OMS identifica nova cepa recombinante de mpox e orienta monitoramento contínuo.

A foto mostra pessoa com mpox
Fonte: Redes Sociais

A OMS (Organização Mundial da Saúde) confirmou o surgimento de uma nova variante de mpox. Até o momento, autoridades registraram dois casos. Um ocorreu no Reino Unido. O outro apareceu na Índia. Portanto, a entidade reforçou a necessidade de vigilância contínua.

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A atualização oficial detalhou que a nova cepa resulta de recombinação genética. Ou seja, ela reúne material dos clados Ib e IIb. Além disso, especialistas explicaram que esse processo ocorre naturalmente. Quando dois vírus relacionados infectam a mesma pessoa, eles trocam material genético. Consequentemente, surge uma nova variante.

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O que se sabe sobre a nova cepa

Até agora, cientistas não confirmaram maior transmissibilidade. Também não identificaram aumento de gravidade clínica. No entanto, a OMS destacou que o número reduzido de casos impede conclusões definitivas. Portanto, autoridades mantêm monitoramento ativo.

Uma análise genômica revelou que os dois pacientes adoeceram com semanas de diferença. Ainda assim, ambos apresentaram a mesma cepa recombinante. Esse achado sugere possível circulação silenciosa. Entretanto, equipes não detectaram casos secundários após rastreamento de contatos.

Histórico dos casos confirmados

O caso do Reino Unido surgiu em dezembro de 2025. O paciente havia viajado para um país do Sudeste Asiático. Já o caso da Índia apresentou sintomas em setembro de 2025. O paciente relatou viagem para um país da Península Arábica. Assim, especialistas investigam possíveis cadeias de transmissão internacionais.

Apesar disso, autoridades não identificaram surtos adicionais. Ainda assim, a OMS recomenda atenção redobrada. Afinal, vírus podem sofrer mutações imprevisíveis.

Avaliação de risco global

A OMS mantém avaliação de risco moderado para grupos específicos. Homens que fazem sexo com homens com múltiplos parceiros apresentam maior vulnerabilidade. Profissionais do sexo também compõem grupo prioritário. Por outro lado, a população geral mantém risco considerado baixo.

Além disso, a organização orienta países a intensificarem vigilância epidemiológica. O sequenciamento genético permite identificar mutações rapidamente. Portanto, laboratórios devem ampliar análises.

Vacinação e prevenção continuam essenciais

Vacinas originalmente desenvolvidas contra a varíola humana também protegem contra mpox. Ambas pertencem à família dos ortopoxvírus. Atualmente, duas vacinas estão em uso internacional. A Jynneos, produzida pela Bavarian Nordic, e a ACAM2000, fabricada pela Sanofi.

Especialistas recomendam vacinação para grupos de risco. Além disso, reforçam medidas de prevenção e controle de infecção. Higienização adequada e rastreamento de contatos reduzem a transmissão.

Vigilância contínua evita surpresas

A OMS alertou todos os países para a possibilidade de novas recombinações. Portanto, governos devem agir com rapidez e transparência. Além disso, precisam manter comunicação clara com a população.

Embora o cenário permaneça controlado, autoridades não descartam novos registros. Assim, a vigilância ativa representa a principal ferramenta de contenção.

Com base em informações do portal Metrópoles.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.