Saúde e Bem-estar

SUS lança teleatendimento para mulheres vítimas de violência

SUS amplia proteção às mulheres com teleatendimento psicológico para vítimas de violência.

A foto mostra mulher vítima de violência
Fonte: Freepik

O Sistema Único de Saúde inicia, neste mês, um novo serviço de teleatendimento voltado à saúde mental feminina. A iniciativa atende mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial. Inicialmente, o programa começa em duas capitais brasileiras. Recife e Rio de Janeiro recebem o projeto piloto. Em seguida, o Ministério da Saúde ampliará o serviço para todo o país.

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Além disso, o governo federal pretende expandir rapidamente o atendimento digital. O cronograma prevê nova etapa já em maio. Nesse período, cidades com mais de 150 mil habitantes também receberão o serviço. Posteriormente, em junho, a iniciativa alcançará os demais municípios brasileiros. Assim, o SUS fortalece a rede de proteção e amplia o acesso ao cuidado psicológico.

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Teleatendimento amplia proteção às mulheres

O novo serviço integra a estratégia de cuidado em saúde mental do SUS. Além disso, o projeto prioriza mulheres em situação de violência ou vulnerabilidade social. Nesse contexto, o atendimento ocorrerá por meio de consultas remotas.

Segundo o Ministério da Saúde, a iniciativa poderá realizar cerca de 4,7 milhões de teleatendimentos por ano. Para viabilizar o projeto, o governo firmou parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS.

Portanto, a estratégia amplia o acesso ao cuidado especializado. Ao mesmo tempo, fortalece a rede pública de saúde mental.

Como acessar o atendimento psicológico do SUS

O acesso ao teleatendimento ocorrerá de forma simples. Inicialmente, profissionais da atenção primária poderão orientar e encaminhar mulheres ao serviço.

Assim, unidades básicas de saúde e serviços da rede de proteção funcionarão como portas de entrada. Além disso, as próprias usuárias poderão solicitar atendimento digital.

Nesse caso, o acesso ocorrerá pelo aplicativo Meu SUS Digital. A plataforma incluirá um miniaplicativo específico para o serviço. O sistema deve entrar em funcionamento ainda neste mês.

Atendimento digital começa com triagem

Na prática, a usuária realizará um cadastro inicial no aplicativo. Em seguida, o sistema fará uma avaliação preliminar da situação relatada.

A partir dessas informações, a plataforma identificará possíveis sinais de violência ou vulnerabilidade. Logo depois, o aplicativo enviará uma mensagem com data e horário do teleatendimento.

Dessa forma, o sistema agiliza o acesso ao cuidado psicológico.

Primeira consulta identifica riscos e rede de apoio

Durante a primeira consulta, profissionais especializados avaliarão diferentes aspectos da situação da mulher. Inicialmente, a equipe identificará possíveis riscos.

Além disso, o atendimento analisará a rede de apoio disponível. A consulta também mapeará necessidades emocionais, sociais e assistenciais.

Em seguida, os profissionais poderão encaminhar a paciente para serviços de referência. Assim, o atendimento não se limita à consulta online.

Equipe multidisciplinar reforça o atendimento

O novo serviço contará com uma equipe multiprofissional. Psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais participarão do atendimento.

Além disso, alguns casos também poderão envolver terapeutas ocupacionais. Dessa forma, o SUS amplia o cuidado integral às mulheres.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o teleatendimento segue modelo semelhante ao serviço recente voltado a dependência de jogos eletrônicos. Entretanto, o novo programa apresenta arranjos específicos.

Nesse contexto, o ministério pretende fortalecer a articulação com a atenção primária e com estados e municípios.

Telemedicina fortalece rede de proteção feminina

A expansão do teleatendimento representa um avanço na política pública de saúde mental. Afinal, muitas mulheres enfrentam barreiras para buscar ajuda presencial.

Portanto, o atendimento remoto reduz distâncias e amplia a rede de apoio. Além disso, o serviço pode oferecer acolhimento mais rápido.

Consequentemente, o SUS amplia a proteção às mulheres em situação de violência.

Com base em informações do portal Agência Brasil.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.