Saúde e Bem-estar

Transplante de rim devolve vida a pacientes renais

O transplante renal devolve qualidade de vida a pacientes com doença renal crônica avançada.

A foto mostra ator Jackson Antunes que passou por transplante de rim
Fonte: Redes Sociais

O caso do ator Jackson Rangel, que passou por um transplante renal, despertou atenção para esse processo médico. O transplante renal representa hoje uma das principais alternativas para pacientes com insuficiência renal avançada. Nesse procedimento, médicos implantam um rim saudável em uma pessoa cujo órgão perdeu a função. Assim, o novo rim assume a filtragem do sangue e elimina toxinas e excesso de líquidos. Além disso, o tratamento devolve autonomia e melhora a qualidade de vida. Portanto, muitos especialistas consideram essa estratégia a forma mais completa de substituição da função renal.

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No entanto, médicos indicam o transplante apenas após avaliação detalhada. O nefrologista analisa exames de sangue, urina e imagem. Em seguida, ele confirma se o paciente apresenta doença renal crônica avançada. Nesse momento, o transplante passa a representar uma alternativa real. Além disso, o procedimento pode ocorrer com rim de doador vivo ou falecido. Por isso, cada caso exige análise cuidadosa e planejamento médico.

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O que é transplante renal

O transplante renal consiste na cirurgia que implanta um rim saudável em um paciente com insuficiência renal. Durante o procedimento, a equipe médica posiciona o novo órgão no abdômen.

O rim transplantado assume imediatamente a função de filtrar o sangue. Assim, ele elimina substâncias tóxicas e controla o equilíbrio de líquidos.

Na maioria dos casos, os rins originais permanecem no corpo. Entretanto, médicos removem esses órgãos apenas quando infecção ou hipertensão grave aparecem.

Quem precisa de transplante de rim

Médicos indicam o transplante renal para pacientes com doença renal crônica avançada. Nessa fase, os rins já não conseguem realizar suas funções essenciais.

Inicialmente, o paciente passa por avaliação médica completa. O nefrologista analisa exames laboratoriais e históricos clínicos.

Além disso, o especialista considera idade, doenças associadas e condições gerais de saúde. Assim, ele define se o transplante oferece segurança.

É necessário fazer diálise antes do transplante?

Nem sempre. Alguns pacientes descobrem a doença renal cedo. Portanto, médicos conseguem programar o transplante antes da necessidade de diálise.

Entretanto, muitos pacientes descobrem a doença apenas em estágio avançado. Nesse cenário, médicos iniciam hemodiálise ou diálise peritoneal.

Depois disso, o paciente entra na lista de transplante renal ou busca um doador vivo compatível.

Quem pode doar um rim

Existem dois tipos de doadores de rim. Primeiro, médicos utilizam órgãos de doadores vivos. Segundo, equipes transplantam rins de doadores falecidos.

No caso de doador falecido, médicos confirmam morte encefálica com protocolos rigorosos. Depois disso, a família autoriza a doação.

Em seguida, especialistas analisam compatibilidade entre doador e receptor. O sistema prioriza o paciente mais compatível e com maior tempo de espera.

Já no caso de doador vivo, parentes ou pessoas sem parentesco podem doar. Contudo, a lei exige autorização judicial.

Além disso, médicos realizam exames detalhados. Esses testes garantem a segurança do doador e do receptor.

Quais riscos existem para o doador vivo

Toda cirurgia apresenta riscos. Entretanto, equipes médicas reduzem essas possibilidades com exames e técnicas modernas.

Além disso, uma pessoa saudável pode viver normalmente com apenas um rim. Muitos indivíduos já nascem com um único rim funcional.

Por isso, médicos autorizam a doação somente quando identificam baixo risco cirúrgico.

Cuidados após o transplante renal

Após o transplante, o paciente precisa seguir acompanhamento médico contínuo. Além disso, ele deve usar medicamentos imunossupressores.

Esses remédios evitam que o organismo rejeite o novo rim. Entretanto, eles também reduzem a imunidade.

Por isso, médicos monitoram infecções e possíveis efeitos colaterais, principalmente no primeiro ano após o transplante.

Transplante renal ou diálise: qual é melhor?

De modo geral, pacientes transplantados apresentam maior expectativa de vida. Além disso, eles recuperam liberdade na rotina diária.

Entretanto, médicos analisam cada caso individualmente. Idade, doenças associadas e condições sociais influenciam a decisão. Portanto, o tratamento ideal varia conforme a realidade de cada paciente.

O rim transplantado dura para sempre?

O rim transplantado pode funcionar por muitos anos. Em vários casos, ele permanece ativo por mais de uma década.

Entretanto, fatores clínicos influenciam esse tempo. Entre eles estão histórico de transfusões, transplantes anteriores e complicações médicas.

Além disso, o uso correto dos imunossupressores aumenta significativamente a durabilidade do órgão.

Por fim, exames regulares permitem identificar infecções, rejeições ou obstruções precocemente. Assim, médicos conseguem preservar o funcionamento do rim por mais tempo.

Com base em informações do portal Sociedade Brasileira de Nefrologia.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.