Saúde e Bem-estar

Anvisa faz operação contra cosméticos sem registro - veja quais

A foto alude a perfumes íntimos
Fonte: Freepik

Anvisa faz operação contra cosméticos irregulares. Alguns perfumes íntimos e produtos contra calvíce entraram na mira da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A decisão saiu no Diário Oficial da União. Dessa forma, a medida exige recolhimento imediato dos itens.

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A agência identificou falhas sanitárias e classificações incorretas. Por isso, determinou a retirada total desses produtos do mercado. Ao mesmo tempo, reforçou o alerta sobre riscos ao consumidor.

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Perfumes íntimos entram na lista de proibição

Entre os itens barrados, aparecem os chamados “perfumes de calcinha”. Esses produtos apresentam fragrâncias como chocolate, morango e maçã do amor. No entanto, a Anvisa constatou irregularidades na classificação.

Como consequência, a agência cancelou a regularização desses cosméticos. Assim, proibiu fabricação, venda, distribuição e divulgação.

Além disso, todos os lotes devem sair do mercado. Portanto, consumidores não devem utilizar esses produtos em nenhuma hipótese.

Produtos para calvície também são retirados

A decisão também atingiu fibras capilares usadas para disfarçar falhas. Esses produtos prometem volume imediato aos cabelos. Contudo, algumas marcas operavam sem registro sanitário.

Em muitos casos, empresas não possuíam autorização de funcionamento. Por outro lado, alguns itens não informavam claramente o fabricante.

Diante disso, a Anvisa considerou os produtos irregulares. Consequentemente, determinou a proibição e o recolhimento.

Riscos à saúde exigem atenção redobrada

A venda de cosméticos sem registro representa infração sanitária. Além disso, impede a verificação da segurança e da qualidade. Portanto, o uso desses produtos pode gerar riscos desconhecidos.

Nesse cenário, a agência orienta consumidores a interromper o uso imediatamente. Em seguida, recomenda verificar a regularização antes da compra.

Para isso, o cidadão pode consultar os canais oficiais da própria Anvisa. Dessa maneira, garante mais segurança nas escolhas.

Fiscalização avança para proteger o consumidor

A medida reforça o papel da Anvisa na proteção da saúde pública. Ao agir rapidamente, a agência reduz a circulação de produtos irregulares.

Ao mesmo tempo, a decisão sinaliza maior rigor no controle sanitário. Assim, fabricantes precisam cumprir todas as exigências legais.

Por fim, o consumidor deve manter atenção constante. Afinal, escolhas informadas evitam riscos e preservam a saúde.

Com base em dados do portal Anvisa.

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