Saúde e Bem-estar

Anvisa retira do mercado molho de tomate suspeito de conter vidro

A Anvisa intensificou a fiscalização e retirou do mercado alimentos e suplementos que oferecem risco direto à saúde.

Anvisa
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Brasil deu mais um passo firme na proteção da saúde pública. Nessa quarta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento imediato de um molho de tomate importado. A decisão ocorreu após alerta internacional. Assim, a Anvisa suspendeu a comercialização, a distribuição e o consumo do produto em todo o país. Além disso, a medida incluiu a proibição de divulgação e importação. Dessa forma, o órgão reforçou o compromisso com a segurança alimentar.

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Segundo a Anvisa, o lote apresentou risco concreto ao consumidor. Por isso, a ação ganhou caráter preventivo. Ao mesmo tempo, o órgão ampliou a fiscalização. Consequentemente, outros produtos entraram no radar sanitário. Assim, a decisão não se limitou ao setor alimentício. Pelo contrário, alcançou também o mercado de suplementos. Dessa maneira, a agência buscou reduzir danos e evitar novos riscos à população.

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Molho de tomate continha pedaços de vidro

A Anvisa recolheu o lote LM283 do molho Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro. A decisão seguiu alerta da rede europeia RASFF, sistema que monitora riscos em alimentos. Conforme o comunicado, o produto continha pedaços de vidro. Portanto, oferecia risco imediato à saúde.

Diante disso, o órgão suspendeu todas as etapas de circulação do item. Assim, o produto não pode mais ser vendido, distribuído ou consumido no Brasil. Além disso, a Anvisa orientou consumidores a não utilizarem o molho. Dessa forma, a agência evitou possíveis acidentes domésticos e lesões graves.

Suplemento Neovite Visão também entra na lista

Além do alimento, a Anvisa determinou o recolhimento de lotes do suplemento Neovite Visão, da empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb). A empresa comunicou o recolhimento voluntário após identificar irregularidades. No entanto, a agência confirmou falhas graves na composição.

Segundo a Anvisa, os lotes continham ingrediente não autorizado. Além disso, apresentavam excesso de corante acima do limite permitido. Por isso, o órgão proibiu a fabricação, a venda e o consumo. Assim, a medida protege consumidores que buscam produtos para a saúde ocular.

Ervas Brasil tem produtos apreendidos

A fiscalização também atingiu a empresa Ervas Brasil Indústria Ltda. A Anvisa determinou a apreensão de suplementos de Vitamina C e produtos para colesterol. Conforme o órgão, a empresa não possuía licença sanitária. Além disso, utilizava ingredientes proibidos.

Outro ponto agravou a situação. A Anvisa identificou propaganda irregular. Segundo o órgão, a empresa atribuía benefícios terapêuticos sem comprovação científica. Dessa maneira, o recolhimento se tornou obrigatório. Assim, a agência reforçou a importância da informação segura ao consumidor.

Com base em informções do portal Agência Brasil.

Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.