Anvisa retira do mercado molho de tomate suspeito de conter vidro
A Anvisa intensificou a fiscalização e retirou do mercado alimentos e suplementos que oferecem risco direto à saúde.

O Brasil deu mais um passo firme na proteção da saúde pública. Nessa quarta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento imediato de um molho de tomate importado. A decisão ocorreu após alerta internacional. Assim, a Anvisa suspendeu a comercialização, a distribuição e o consumo do produto em todo o país. Além disso, a medida incluiu a proibição de divulgação e importação. Dessa forma, o órgão reforçou o compromisso com a segurança alimentar.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiSegundo a Anvisa, o lote apresentou risco concreto ao consumidor. Por isso, a ação ganhou caráter preventivo. Ao mesmo tempo, o órgão ampliou a fiscalização. Consequentemente, outros produtos entraram no radar sanitário. Assim, a decisão não se limitou ao setor alimentício. Pelo contrário, alcançou também o mercado de suplementos. Dessa maneira, a agência buscou reduzir danos e evitar novos riscos à população.
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Molho de tomate continha pedaços de vidro
A Anvisa recolheu o lote LM283 do molho Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro. A decisão seguiu alerta da rede europeia RASFF, sistema que monitora riscos em alimentos. Conforme o comunicado, o produto continha pedaços de vidro. Portanto, oferecia risco imediato à saúde.
Diante disso, o órgão suspendeu todas as etapas de circulação do item. Assim, o produto não pode mais ser vendido, distribuído ou consumido no Brasil. Além disso, a Anvisa orientou consumidores a não utilizarem o molho. Dessa forma, a agência evitou possíveis acidentes domésticos e lesões graves.
Suplemento Neovite Visão também entra na lista
Além do alimento, a Anvisa determinou o recolhimento de lotes do suplemento Neovite Visão, da empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb). A empresa comunicou o recolhimento voluntário após identificar irregularidades. No entanto, a agência confirmou falhas graves na composição.
Segundo a Anvisa, os lotes continham ingrediente não autorizado. Além disso, apresentavam excesso de corante acima do limite permitido. Por isso, o órgão proibiu a fabricação, a venda e o consumo. Assim, a medida protege consumidores que buscam produtos para a saúde ocular.
Ervas Brasil tem produtos apreendidos
A fiscalização também atingiu a empresa Ervas Brasil Indústria Ltda. A Anvisa determinou a apreensão de suplementos de Vitamina C e produtos para colesterol. Conforme o órgão, a empresa não possuía licença sanitária. Além disso, utilizava ingredientes proibidos.
Outro ponto agravou a situação. A Anvisa identificou propaganda irregular. Segundo o órgão, a empresa atribuía benefícios terapêuticos sem comprovação científica. Dessa maneira, o recolhimento se tornou obrigatório. Assim, a agência reforçou a importância da informação segura ao consumidor.
Com base em informções do portal Agência Brasil.