Atestado médico em 2026: papel vale ou é fake news?
Mesmo em 2026, atestados médicos em papel continuam válidos, segundo o Conselho Federal de Medicina. Confira.

Os atestados médicos em papel continuam válidos em 2026. O Conselho Federal de Medicina (CFM) esclarece a informação. Além disso, o órgão reforça que não existe mudança legal. Portanto, documentos físicos seguem aceitos em todo o país. Assim, a ideia de exclusividade digital não procede.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiNos últimos meses, conteúdos enganosos se espalharam nas redes sociais. Essas publicações afirmaram o fim do atestado em papel. Além disso, citaram março de 2026 como prazo final. No entanto, o CFM desmentiu oficialmente essa versão. Dessa forma, o boato não encontra respaldo legal.
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Fake news ganharam força nas redes sociais
Desde o fim do ano passado, informações falsas ganharam alcance. Influenciadores e perfis anônimos reforçaram o conteúdo incorreto. Consequentemente, trabalhadores e empresas ficaram inseguros. Entretanto, nenhuma norma extinguiu o atestado físico. Logo, a validade permanece intacta.
Em nota oficial, o CFM foi direto. O conselho afirmou que atestados físicos e digitais seguem válidos. Além disso, destacou a ausência de qualquer alteração legislativa. Portanto, médicos continuam livres para emitir em papel. Do mesmo modo, empregadores devem aceitar o documento.
Atesta CFM: tecnologia contra fraudes
Embora o papel continue válido, o CFM lançou uma plataforma digital. O sistema recebeu o nome de Atesta CFM. A proposta busca combater fraudes em atestados médicos. Além disso, pretende ampliar a segurança das informações. Assim, a tecnologia atua como reforço, não substituição.
A plataforma permite emitir, validar e verificar atestados. Sempre que ocorre uma emissão, o médico recebe um aviso. Dessa forma, o profissional identifica usos indevidos rapidamente. Consequentemente, documentos falsos perdem espaço. No entanto, o sistema segue suspenso por decisão judicial.
Papel e digital podem coexistir
Mesmo com a plataforma, o atestado em papel não perde valor. O CFM reforça que ambos coexistem legalmente. Além disso, médicos podem optar pelo formato tradicional. Portanto, não existe obrigação exclusiva do meio digital. Assim, o cidadão não sofre prejuízo.
O sistema também permite outros tipos de atestados. Entre eles, saúde ocupacional e homologações diversas. Logo, a proposta amplia possibilidades, não restrições. Em resumo, informação correta evita pânico desnecessário. E, acima de tudo, combate a desinformação.
Com informações do portal Globo.