Autismo e triagem obrigatória médica estudados no PROINTEC 2025
Alex Silva apresentou triagem obrigatória do SUS para autismo e suas estratégias inclusivas no PROINTEC 2025.

No dia 8 de outubro, às 14h20, o neuroeducador Alex Silva apresentou uma palestra de grande relevância na 3ª edição do PROINTEC – Simpósio de Ciência e Tecnologia na Saúde, em Cachoeiro de Itapemirim. O tema Autismo e triagem obrigatória no SUS destacou, principalmente, a importância de diagnósticos precoces e de estratégias inclusivas para crianças e adolescentes com desenvolvimento atípico.
Alex Silva possui sólida experiência em neuroeducação. Formado pela EMESCAM, mestre em Física pela UFES. Além disso, é Diretor de Educação da Sociedade Brasileira de Neuroeducação (SBNe) e atua em clínicas especializadas na reabilitação de crianças, adolescentes e jovens. Sua atuação integra práticas educacionais e de saúde, sempre com foco na aprendizagem ativa e no desenvolvimento integral.
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Triagem de autismo no SUS: desafios e soluções
O Ministério da Saúde estabelece que todas as crianças entre 16 e 30 meses devem passar pela triagem de autismo utilizando o M-Chat. A iniciativa cria, desse modo, um novo desafio para a atenção primária: implementar a triagem de forma padronizada, eficiente e prática. Durante a palestra, a SBNe apresentou o M-Chat; ensinou sua aplicação e mostrou os passos para estruturar, assim, fluxos de atendimento, capacitar equipes e garantir a detecção precoce dos sinais de autismo. O tema é instigante e favoreceu interação com o público:

SBNe e Instituto Kaparaó
Alex Silva conta com o apoio da SBNe e do Instituto Kaparaó, entidade que promove integração entre ciência, educação, cultura, esporte e meio ambiente. Presidido por Janaína Dardengo e dirigido por Luiz Cláudio Alves, o instituto aposta em projetos inovadores que fortalecem o desenvolvimento humano sustentável.
O PROINTEC 2025, com essa palestra, ofereceu uma oportunidade única para gestores, profissionais e instituições da área de educação se alinharem às novas exigências. Desse modo, ajuda a transformar a atenção à saúde infantil com práticas baseadas em evidências científicas e educação inclusiva.
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