Epilepsia exige atenção além das convulsões
Epilepsia apresenta sinais além das convulsões e exige ação rápida e informação correta. Veja como agir.

A campanha Março Roxo reforça a conscientização sobre a epilepsia. Nesse contexto, especialistas destacam a importância do diagnóstico precoce. Atualmente, milhões de pessoas convivem com a condição. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 50 milhões vivem com epilepsia no mundo.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiNo Brasil, aproximadamente 2% da população enfrenta a doença. Portanto, ampliar o acesso à informação torna-se essencial.
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Sinais vão muito além das crises convulsivas
Muitos associam epilepsia apenas a convulsões. No entanto, a condição apresenta sinais mais sutis. Por exemplo, episódios de ausência surgem de forma repentina. Em seguida, a pessoa perde a conexão com o ambiente por segundos. Além disso, movimentos repetitivos e involuntários podem indicar crise. Em outros casos, surgem sensações estranhas, como odores inexistentes. Consequentemente, esses sintomas passam despercebidos. Por isso, a repetição dos sinais exige avaliação médica imediata.
Causas variam e nem sempre aparecem
A epilepsia possui diferentes origens. Em muitos casos, médicos não identificam uma causa específica.
Entretanto, fatores como traumatismos cranianos aumentam o risco. Da mesma forma, AVC, tumores e infecções influenciam o quadro. Além disso, alterações genéticas também podem contribuir. Assim, cada paciente apresenta um histórico único.
Diagnóstico e tratamento transformam vidas
O diagnóstico depende da descrição das crises. Em seguida, exames complementares ajudam na confirmação. Apesar disso, o tratamento oferece bons resultados. A maioria dos pacientes controla as crises com medicamentos.
Em situações específicas, médicos indicam cirurgia. Nesse cenário, o procedimento remove a área cerebral afetada. Consequentemente, muitos pacientes recuperam qualidade de vida.
Como agir durante uma crise
Saber agir faz toda a diferença. Primeiramente, mantenha a calma. Em seguida, deite a pessoa de lado.
Dessa forma, você evita sufocamento. Ao mesmo tempo, afaste objetos que possam causar ferimentos.
Também proteja a cabeça até o fim da crise. Contudo, não segure os movimentos.
Igualmente, nunca coloque objetos na boca da pessoa. Essa prática pode causar lesões graves.
Informação reduz preconceito
A falta de conhecimento ainda alimenta estigmas. Por isso, campanhas educativas desempenham papel fundamental. Quando a sociedade entende a epilepsia, reduz julgamentos. Consequentemente, pacientes ganham mais qualidade de vida. Reconhecer os sinais e agir corretamente salva vidas. Além disso, promove inclusão e respeito.
Com base em informações do portal Terra.
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