Saúde e Bem-estar

Eutanásia – diante de dor imensa, Carol decide pelo procedimento

Carolina Arruda enfrenta a neuralgia do trigêmeo, uma dor insuportável e progressiva. Apesar de diversos tratamentos, ela volta a considerar a eutanásia como opção devido ao agravamento do sofrimento.

Por Redação

2 mins de leitura

em 02 de abr de 2025, às 09h30

FOTO: Redes sociais
FOTO: Redes sociais

Carolina Arruda, jovem brasileira, sofre com a neuralgia do trigêmeo, uma condição rara e debilitante. Ela compartilha sua dor nas redes sociais. A neuralgia do trigêmeo é conhecida como a “pior dor do mundo”, e Carolina vive com ela há anos. Apesar de fazer tratamento com morfina, analgésicos e canabidiol, ela não encontra alívio duradouro. Devido a isso, ela reconsidera sua luta pela eutanásia.

A dor da neuralgia do trigêmeo

De acordo com a literatura médica, a neuralgia do trigêmeo afeta o nervo responsável pela sensação no rosto. Quando o nervo perde a proteção, a dor aumenta. Carolina explica que, após dois procedimentos médicos, a dor diminuiu temporariamente. No entanto, após oito meses, “a dor voltou com intensidade total”, afirma Carolina.

O agravamento da dor e a consideração da eutanásia

A dor de Carolina só piora com o tempo. Ela descreve o nervo perdendo proteção, o que torna a dor mais intensa. “Eu achava que não pioraria, mas sempre piora”, diz. A falta de resultados nos tratamentos a fez reconsiderar a eutanásia. “Está piorando, por isso voltei a pensar na eutanásia”, revela Carolina.

A luta pela esperança

Apesar da dor insuportável, Carolina não perde a esperança. Ela segue tentando novos tratamentos para aliviar seu sofrimento. Sua história expõe a realidade de quem enfrenta condições raras e dolorosas. Ela continua em busca de soluções, mesmo diante dos desafios imensos.

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