Saúde e Bem-estar

Cicada, subvariante da Covid-19: o que já se sabe sobre ela?

A subvariante Cicada tem muitas mutações, mas não aumenta casos graves até agora.

A imagem alude à subvariante Cicada - Covid-19
Fonte: Freepik

Uma nova subvariante da Covid-19 chama atenção de cientistas. Conhecida como Cicada, a linhagem BA.3.2 já circula em 23 países.

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Apesar disso, dados iniciais indicam estabilidade no cenário clínico. Ou seja, não há aumento de hospitalizações até o momento. Portanto, especialistas mantêm monitoramento constante. Além disso, a subvariante integra a família da Ômicron. Dessa forma, ela segue o padrão evolutivo já observado nos últimos anos.

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Por que a Cicada preocupa os cientistas?

A principal diferença está no número de mutações. A subvariante apresenta cerca de 75 alterações na proteína Spike. Essa estrutura permite a entrada do vírus nas células humanas. Por isso, mudanças nessa região exigem atenção. Consequentemente, pode ocorrer o chamado escape imunológico. Nesse cenário, o vírus dribla parcialmente os anticorpos. Ainda assim, isso não significa maior gravidade. Enquanto isso, o vírus continua evoluindo para se manter em circulação. Portanto, essas adaptações já eram esperadas pela comunidade científica.

Sintomas permanecem leves na maioria dos casos

Até agora, a subvariante não altera o padrão clínico conhecido. Os sintomas continuam semelhantes aos das versões recentes.

Entre os principais sinais, destacam-se febre, tosse, coriza e cansaço. Além disso, muitas pessoas relatam dor de garganta. Dessa maneira, o quadro segue predominantemente leve. Logo, não surgem indícios de manifestações mais agressivas.

Vacinas ainda protegem? Entenda

Mesmo com mutações, as vacinas mantêm alta eficácia contra casos graves. Portanto, elas continuam sendo a principal estratégia de proteção.

Embora o vírus sofra alterações, a resposta imunológica permanece ativa. Assim, o organismo reage de forma mais eficiente. Além disso, especialistas reforçam a importância de doses atualizadas. Dessa forma, a proteção se mantém ao longo do tempo.

A subvariante já chegou ao Brasil?

Até o momento, autoridades não confirmaram a circulação da Cicada no país. No entanto, especialistas consideram essa chegada provável. Isso ocorre porque a disseminação internacional acontece rapidamente. Portanto, o monitoramento segue ativo no Brasil.

O verdadeiro alerta: queda na vacinação

Mais do que a nova subvariante, especialistas apontam outro risco. A redução da cobertura vacinal preocupa autoridades de saúde.

Grupos como idosos, gestantes e crianças apresentam maior vulnerabilidade. Assim, a baixa imunização pode aumentar complicações.

Enquanto isso, a doença assume comportamento semelhante ao da gripe. Ainda assim, ela continua causando internações e mortes. Portanto, manter a vacinação em dia representa a melhor forma de proteção coletiva.

Com base em informações do portal Metrópoles.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.