Saúde e Bem-estar

Vírus sincicial respiratório em alta avança e exige atenção urgente

O aumento do VSR exige atenção a sintomas e prevenção imediata.

A foto mostra combate ao VSR
Fonte: Freepik

O Brasil enfrenta aumento expressivo de casos do vírus sincicial respiratório. Segundo a Fiocruz, 18 estados e o Distrito Federal apresentam risco elevado.

Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aqui

Ao mesmo tempo, pelo menos 13 estados indicam tendência de crescimento. Portanto, autoridades intensificam o monitoramento. Enquanto isso, especialistas reforçam a importância da prevenção.

Entre o fim de março e início de abril, o vírus respondeu por quase 20% dos casos positivos. Em paralelo, rinovírus e Influenza A também circularam.

Leia também – SUS e a prevenção do Vírus Sincicial Respiratório (VSR)

O que é o VSR e por que preocupa

O vírus sincicial respiratório infecta pessoas de todas as idades. No entanto, ele afeta principalmente bebês, idosos e imunossuprimidos.

Em muitos casos, o quadro começa leve. Entretanto, a infecção pode evoluir para complicações graves. Entre elas, destaca-se a síndrome respiratória aguda grave.

Em crianças pequenas, o vírus frequentemente causa bronquiolite. Consequentemente, aumenta o número de internações.

Como ocorre a transmissão

A disseminação acontece de forma rápida. O vírus circula principalmente por gotículas respiratórias.

  • Tosse, espirro ou fala de pessoa infectada
  • Contato próximo com indivíduos contaminados
  • Toque em superfícies seguido de contato com rosto

Por isso, ambientes fechados favorecem a propagação. Assim, medidas simples reduzem o risco.

Sintomas: atenção aos sinais iniciais

Os sintomas iniciais se parecem com resfriado comum. Ainda assim, alguns sinais indicam agravamento.

Sintomas leves:

  • Coriza
  • Tosse
  • Espirros
  • Febre
  • Congestão nasal
  • Chiado no peito

Sinais de gravidade:

  • Respiração rápida ou difícil
  • Dificuldade para se alimentar
  • Lábios arroxeados
  • Irritabilidade ou sonolência

Diante desses sinais, a busca por atendimento deve ocorrer rapidamente.

Grupos com maior risco

Alguns públicos apresentam maior vulnerabilidade. Portanto, exigem atenção redobrada:

  • Crianças menores de 2 anos
  • Bebês prematuros
  • Crianças com doenças crônicas
  • Idosos
  • Pessoas com baixa imunidade

Nesses casos, a evolução pode ocorrer de forma mais intensa.

Diagnóstico e tratamento

Profissionais realizam o diagnóstico com base nos sintomas. Em situações graves, exames laboratoriais confirmam o vírus.

Até o momento, não existe tratamento específico. Assim, médicos adotam cuidados de suporte:

  • Hidratação constante
  • Controle da febre
  • Lavagem nasal
  • Oxigênio em casos graves

Vacinação e novas estratégias de proteção

A Anvisa ampliou o uso da vacina Arexvy para adultos a partir de 18 anos. Enquanto isso, o Sistema Único de Saúde oferece imunização para gestantes. Dessa forma, o bebê recebe proteção nos primeiros meses de vida. Bebês de risco também podem receber anticorpos específicos, como o nirsevimabe. Esse recurso garante proteção prolongada com dose única.

Prevenção começa no dia a dia

Medidas simples reduzem a transmissão de forma eficaz:

  • Lavar as mãos com frequência
  • Evitar contato com pessoas doentes
  • Higienizar superfícies
  • Manter ambientes ventilados
  • Evitar aglomerações

Essas ações, quando aplicadas corretamente, diminuem o avanço do vírus.

Com base no portal Agência Brasil.

Você no aquinoticias.com

Presenciou algo importante na sua cidade? Tem uma denúncia, reclamação ou um vídeo exclusivo? Sua sugestão pode virar notícia. Envie agora para o nosso WhatsApp: (28) 99991-7726