Dia Mundial da Pré-eclâmpsia 2026 alerta para sintomas e prevenção
Campanha mundial reforça sinais de alerta da pré-eclâmpsia e destaca a importância do pré-natal.

O Dia Mundial da Pré-eclâmpsia, celebrado em 22 de maio, reforça um alerta importante para a saúde materna. Desde 2017, organizações internacionais unem esforços para ampliar a conscientização sobre essa condição grave da gravidez.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiNeste ano, a campanha traz o tema “Conheça os Sintomas”. A iniciativa busca informar, conscientizar e incentivar mulheres a acompanharem a própria saúde durante a gestação. A pré-eclâmpsia representa uma das principais causas evitáveis de complicações maternas e neonatais no mundo.
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O que é pré-eclâmpsia
Muitas pessoas conhecem a condição como pressão alta da gravidez. No entanto, o problema vai além da hipertensão. A pré-eclâmpsia provoca, dessa forma, alterações sistêmicas e pode afetar rins, fígado e cérebro.
A condição costuma surgir na segunda metade da gravidez. Além disso, pode aparecer até seis semanas após o parto. Sem tratamento adequado, o quadro pode evoluir rapidamente. Nos casos mais graves, a doença pode provocar, assim, convulsões, acidente vascular cerebral, sangramento hepático e até morte materna e fetal.
Dados reforçam preocupação mundial
A pré-eclâmpsia representa um desafio global de saúde pública. Estudos estimam que aproximadamente 76 mil mães e 500 mil bebês morrem por ano devido à condição e aos distúrbios hipertensivos relacionados à gravidez.
Nos países de baixa renda, o impacto se torna ainda maior. No Brasil, conforme os especialistas, cerca de 15% das gestantes enfrentem o problema. Além disso, a condição também aparece associada a aproximadamente 25% dos partos prematuros.
Conheça os principais sintomas
A pré-eclâmpsia pode evoluir silenciosamente. Mesmo assim, alguns sinais merecem atenção imediata. Os sintomas mais frequentes incluem:
- Dor de cabeça intensa e persistente;
- Inchaço no rosto e nas mãos;
- Ganho rápido de peso;
- Falta de ar;
- Náuseas ou vômitos após o primeiro trimestre;
- Alterações visuais;
- Dor abdominal próxima ao estômago.
Nos casos de eclâmpsia, podem surgir, sobretudo, convulsões, sangramento vaginal e perda da consciência. O quadro exige atendimento médico imediato.
Fatores de risco merecem atenção
Algumas condições aumentam o risco da doença. Entre elas estão:
- Hipertensão crônica;
- Diabetes;
- Obesidade;
- Lúpus;
- Primeira gestação;
- Gravidez antes dos 18 anos;
- Gravidez após os 35 anos;
- Histórico familiar;
- Gestação gemelar.
Pré-natal protege mãe e bebê
Não existe uma forma garantida de evitar a pré-eclâmpsia. Mesmo assim, o acompanhamento pré-natal permite identificar riscos precocemente. Além disso, o monitoramento da pressão arterial fortalece a segurança da gestação.
O tratamento inclui controle rigoroso da pressão, exames laboratoriais e acompanhamento médico contínuo. Médicos também podem orientar alimentação equilibrada, maior ingestão de água e repouso adequado. A prevenção começa com informação. Quanto mais cedo a identificação ocorrer, maiores serão as chances de preservar a saúde da mãe e do bebê.
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