HECI alerta: câncer de esôfago cresce no ES
Casos de câncer de esôfago aumentam e exigem atenção aos sintomas e hábitos.

O Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI) intensificou o alerta sobre o avanço do câncer de esôfago. A instituição destacou o tema no Dia Mundial da Saúde.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiSegundo o Instituto Nacional de Câncer, o Brasil deve registrar mais de 11 mil casos anuais até 2028. No Espírito Santo, cerca de 330 novos diagnósticos surgem a cada ano. Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.
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O que é o câncer de esôfago
O esôfago conecta a garganta ao estômago e conduz alimentos. No entanto, células desse órgão podem crescer de forma desordenada.
Esse crescimento origina tumores malignos. Em geral, a doença atinge mais homens entre 50 e 70 anos. Portanto, esse grupo exige atenção redobrada.
Fatores de risco exigem mudança de hábitos
Inicialmente, o tabagismo e o consumo de álcool lideram os fatores de risco. Contudo, outros hábitos também influenciam diretamente.
Beber líquidos muito quentes, por exemplo, pode lesionar o tecido do esôfago. Da mesma forma, a obesidade e a má alimentação aumentam o risco. Além disso, condições clínicas como refluxo gastroesofágico e esôfago de Barrett agravam o quadro. Portanto, mudanças no estilo de vida reduzem significativamente as chances da doença.
Sintomas surgem de forma silenciosa
Nos estágios iniciais, o câncer pode não apresentar sinais. Entretanto, com a progressão, sintomas começam a aparecer.
Entre os principais, destacam-se dificuldade para engolir, perda de peso e azia persistente. Em seguida, surgem vômitos, tosse contínua e rouquidão. Diante desses sinais, o paciente deve buscar avaliação médica imediata. Assim, aumenta as chances de diagnóstico precoce.
Diagnóstico rápido faz diferença
A endoscopia digestiva alta representa o principal exame diagnóstico. Esse procedimento permite visualizar o esôfago e coletar material para biópsia. Além disso, médicos utilizam tomografia e ressonância para avaliar a extensão do tumor. Dessa forma, a equipe define o tratamento com maior precisão.
De acordo com o cirurgião digestivo do HECI, Dr. João Felipe Lopes, a doença exige atenção redobrada: “O câncer de esôfago é um tumor maligno que se origina nas camadas internas do órgão. Ele é mais comum em homens, com maior incidência na faixa etária entre 50 e 70 anos”, explica.

Tratamento varia conforme o estágio
Em fases iniciais, médicos removem tumores por via endoscópica. Por outro lado, casos avançados exigem cirurgia, quimioterapia ou radioterapia. Portanto, quanto mais cedo ocorre o diagnóstico, maiores são as chances de sucesso.
Referência em tratamento oncológico
O Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim atua como referência regional. A unidade oferece tratamento completo, incluindo radioterapia e cirurgia de alta complexidade.
A instituição investe em tecnologia e atendimento humanizado. Assim, garante suporte integral ao paciente.
Com base em informações do portal do HECI.
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