Diarreia persistente e dor abdominal? Cuidado: podem indicar doenças graves

Muitas pessoas ignoram sintomas intestinais frequentes por acreditarem em algo passageiro. No entanto, diarreia constante, dor abdominal e emagrecimento podem indicar doenças inflamatórias intestinais. A campanha Maio Roxo (foco nas doenças Inflamatórias Intestinais são o tema da campanha do mês; o movimento convida você a refletir sobre a importância da conscientização e prevenção; as principais doenças abordadas pela campanha são a Retocolite Ulcerativa e a Doença de Crohn) busca ampliar a conscientização sobre esses sinais e reforçar a importância do diagnóstico precoce.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiAs doenças inflamatórias intestinais, conhecidas como DIIs, afetam milhares de brasileiros. Entre as mais comuns estão a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa. Ambas provocam inflamações crônicas no trato gastrointestinal e exigem acompanhamento médico contínuo.
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Sintomas merecem atenção rápida
Especialistas alertam para sinais que não devem ser ignorados. Diarreia persistente por mais de quatro semanas representa um dos principais alertas. Além disso, dores abdominais frequentes, anemia, perda de peso e alterações intestinais exigem investigação especializada. É muito importante procurar um especialista. Às vezes os sintomas podem passar batidos, e a doença progredir. Segundo ela, muitas pessoas demoram para buscar ajuda, o que dificulta o tratamento precoce.
Doença de Crohn e retocolite apresentam diferenças
A doença de Crohn pode atingir qualquer parte do sistema digestivo, da boca ao ânus. Em alguns casos, pacientes desenvolvem aftas, fissuras e inflamações profundas no intestino.
Já a retocolite ulcerativa afeta apenas o reto e o cólon. Além disso, a doença compromete principalmente a mucosa intestinal.
Apesar das diferenças, ambas provocam inflamações crônicas e impactam diretamente a qualidade de vida.
Colonoscopia ajuda no diagnóstico
Os médicos utilizam exames específicos para confirmar o diagnóstico. A colonoscopia aparece entre os principais procedimentos utilizados na investigação. Tomografia, ressonância magnética e ultrassom também auxiliam na identificação das lesões intestinais.
Falta de acesso dificulta tratamento precoce
O acesso limitado a especialistas ainda representa um desafio no Brasil. Muitas regiões enfrentam filas longas para realização da colonoscopia. Segundo especialistas, o atraso no diagnóstico reduz as chances de controlar a doença na fase inicial.
Estilo de vida pode influenciar doenças intestinais
Pesquisadores analisam fatores que podem contribuir para o desenvolvimento das DIIs. Entre eles aparecem:
- estresse;
- tabagismo;
- consumo excessivo de ultraprocessados;
- hábitos alimentares inadequados.
O tratamento inclui medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em casos graves, pacientes podem necessitar de cirurgia ou uso de bolsa de colostomia.
Diagnóstico precoce melhora qualidade de vida
Especialistas reforçam que identificar os sintomas rapidamente reduz complicações e melhora a resposta ao tratamento.
Mesmo sem acesso imediato ao especialista, médicos da atenção primária podem iniciar a investigação clínica e encaminhar o paciente adequadamente.
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