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A esclerose múltipla é uma doença degenerativa que afeta o sistema nervoso central. Seus sintomas variam entre os indivíduos e podem ser controlados com tratamento médico adequado, incluindo medicamentos e terapias físicas.

Por Redação

3 mins de leitura

em 01 de abr de 2025, às 13h48

FOTO: Divulgação/ Redes sociais
FOTO: Divulgação/ Redes sociais

A esclerose múltipla (EM) é uma doença inflamatória crônica que afeta o sistema nervoso central. O sistema imunológico ataca a camada protetora dos neurônios, prejudicando a comunicação entre as células nervosas. Isso compromete a função e estrutura dos neurônios, o que pode levar a sérios problemas de saúde.

Embora a esclerose múltipla não tenha cura, seus efeitos podem ser controlados com tratamento. A doença é degenerativa e, com o tempo, ela piora, afetando várias funções do corpo. Os sintomas variam de pessoa para pessoa e podem se manifestar de forma leve ou grave. A esclerose múltipla é mais comum em mulheres e prevalente em pessoas brancas que vivem em regiões com clima frio.

Causas e fatores de risco da doença

De acordo com estudos, a causa exata da esclerose múltipla ainda é desconhecida. No entanto, acredita-se que fatores genéticos e ambientais desempenhem um papel importante. Estudo sugere que infecções virais, como o vírus Epstein-Barr, podem estar relacionadas ao desenvolvimento da doença. Além disso, o tabagismo, a deficiência de vitamina D e a exposição a solventes orgânicos também aumentam o risco de desenvolver a doença.

Tipos de esclerose múltipla

A esclerose múltipla pode se apresentar em quatro tipos principais:

  1. Relapsante-Remitente (EMRR): Caracterizada por surtos seguidos de períodos de recuperação.
  2. Primária Progressiva (EMPP): Ocorre uma piora constante sem surtos.
  3. Secundária Progressiva (EMSP): A doença se desenvolve após a forma relapsante-remitente.
  4. Progressiva Relapsante (EMPR): Combina piora constante com surtos periódicos.

Sintomas comuns

Os sintomas da esclerose múltipla podem incluir visão turva, fadiga, dificuldade para controlar a urina, fraqueza muscular e até dificuldades cognitivas. Cada paciente apresenta sintomas diferentes, o que torna o diagnóstico mais desafiador. Portanto, ao identificar sintomas como formigamento nas extremidades, perda de equilíbrio ou tontura, é importante consultar um médico.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito com base em exames clínicos, como ressonância magnética, exames de sangue e histórico do paciente. O tratamento envolve o uso de medicamentos modificadores da doença para reduzir a progressão, além de terapias como fisioterapia e terapia ocupacional.

Embora não seja possível prevenir a esclerose múltipla, manter um estilo de vida saudável, com dieta balanceada e prática regular de exercícios, pode ajudar a melhorar a qualidade de vida do paciente.

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