Ex-MTV, Carol Ribeiro é vítima de esclerose múltipla – saiba mais aqui
A esclerose múltipla é uma doença degenerativa que afeta o sistema nervoso central. Seus sintomas variam entre os indivíduos e podem ser controlados com tratamento médico adequado, incluindo medicamentos e terapias físicas.

A esclerose múltipla (EM) é uma doença inflamatória crônica que afeta o sistema nervoso central. O sistema imunológico ataca a camada protetora dos neurônios, prejudicando a comunicação entre as células nervosas. Isso compromete a função e estrutura dos neurônios, o que pode levar a sérios problemas de saúde.
Embora a esclerose múltipla não tenha cura, seus efeitos podem ser controlados com tratamento. A doença é degenerativa e, com o tempo, ela piora, afetando várias funções do corpo. Os sintomas variam de pessoa para pessoa e podem se manifestar de forma leve ou grave. A esclerose múltipla é mais comum em mulheres e prevalente em pessoas brancas que vivem em regiões com clima frio.
Causas e fatores de risco da doença
De acordo com estudos, a causa exata da esclerose múltipla ainda é desconhecida. No entanto, acredita-se que fatores genéticos e ambientais desempenhem um papel importante. Estudo sugere que infecções virais, como o vírus Epstein-Barr, podem estar relacionadas ao desenvolvimento da doença. Além disso, o tabagismo, a deficiência de vitamina D e a exposição a solventes orgânicos também aumentam o risco de desenvolver a doença.
Tipos de esclerose múltipla
A esclerose múltipla pode se apresentar em quatro tipos principais:
- Relapsante-Remitente (EMRR): Caracterizada por surtos seguidos de períodos de recuperação.
- Primária Progressiva (EMPP): Ocorre uma piora constante sem surtos.
- Secundária Progressiva (EMSP): A doença se desenvolve após a forma relapsante-remitente.
- Progressiva Relapsante (EMPR): Combina piora constante com surtos periódicos.
Sintomas comuns
Os sintomas da esclerose múltipla podem incluir visão turva, fadiga, dificuldade para controlar a urina, fraqueza muscular e até dificuldades cognitivas. Cada paciente apresenta sintomas diferentes, o que torna o diagnóstico mais desafiador. Portanto, ao identificar sintomas como formigamento nas extremidades, perda de equilíbrio ou tontura, é importante consultar um médico.
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico é feito com base em exames clínicos, como ressonância magnética, exames de sangue e histórico do paciente. O tratamento envolve o uso de medicamentos modificadores da doença para reduzir a progressão, além de terapias como fisioterapia e terapia ocupacional.
Embora não seja possível prevenir a esclerose múltipla, manter um estilo de vida saudável, com dieta balanceada e prática regular de exercícios, pode ajudar a melhorar a qualidade de vida do paciente.
Leia também: Saúde e segurança no trabalho: sinal verde em abril
Receba as principais notícias do dia no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta clicar aqui