Saúde e Bem-estar

Mpox na área – fique atento e se proteja

A mpox tem se espalhado mais entre as pessoas, gerando surtos prolongados. A mudança na transmissão preocupa cientistas quanto ao risco de uma ameaça global.

Por Redação

2 mins de leitura

em 02 de abr de 2025, às 10h51

Foto: Divulgação/Gov
Foto: Divulgação/Gov

A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, tem despertado crescente preocupação entre cientistas devido ao seu potencial de se tornar uma ameaça global significativa. Tradicionalmente, a transmissão ocorria de animais para humanos, contudo, observa-se agora uma disseminação mais eficiente entre pessoas. Essa mudança no padrão de transmissão resulta em cadeias mais longas e surtos prolongados da doença.

Sintomas e transmissão

Os principais sintomas da mpox incluem erupções cutâneas dolorosas, febre e inchaço dos gânglios linfáticos. Em determinados casos, a infecção pode evoluir para quadros mais graves. A transmissão ocorre por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou gotículas respiratórias de indivíduos infectados.

Mutações e variantes emergentes

Pesquisadores identificaram que o vírus da mpox está acumulando mutações genéticas, possivelmente facilitadas por enzimas do próprio organismo humano. Essa evolução genética aumenta a capacidade do vírus de se adaptar aos seres humanos, elevando o risco de epidemias futuras. Além disso, novas variantes, como o clado 1b, apresentam maior transmissibilidade e letalidade, com taxas de mortalidade podendo alcançar 10%, significativamente superiores à variante predominante em 2022.

Situação atual e recomendações

No Brasil, a média mensal é de 40 a 50 novos casos de mpox, totalizando 709 casos e 16 óbitos registrados em 2025. Diante desse cenário, especialistas enfatizam a necessidade de fortalecer a vigilância epidemiológica, aprimorar ferramentas de diagnóstico e desenvolver tratamentos antivirais eficazes. Sem essas medidas, o mundo poderá enfrentar surtos recorrentes e de maior gravidade relacionados à mpox.

Portanto, é imperativo que autoridades de saúde e a comunidade científica global unam esforços para conter a disseminação da mpox e prevenir que se torne uma ameaça ainda mais séria à saúde pública mundial.

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