Mpox: veja como lidar com essa doença
Mpox exige diagnóstico precoce, isolamento e cuidados para evitar transmissão.

A mpox é uma doença viral infecciosa que pertence à mesma família da varíola. No entanto, apresenta comportamento clínico diferente. Nos últimos anos, autoridades de saúde registraram surtos em diversos países, inclusive no Brasil. Por isso, serviços de vigilância ampliaram protocolos e capacitaram equipes. Além disso, alguns municípios reforçaram monitoramento após confirmação de casos.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiEmbora o vírus circule há décadas em regiões da África, o cenário mudou recentemente. Antes, a transmissão ocorria principalmente por contato com animais silvestres. Entretanto, cadeias de transmissão entre pessoas passaram a sustentar surtos urbanos. Dessa forma, autoridades precisaram informar a população com clareza. Assim, médicos passaram a orientar sobre sintomas, contágio e tratamento.
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O que é mpox e por que preocupa?
A mpox, anteriormente chamada de varíola dos macacos, é causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus. Ela provoca quadro agudo, com duração média de duas a quatro semanas. Na maioria dos casos, apresenta evolução leve ou moderada. Contudo, pessoas com imunidade comprometida podem desenvolver formas mais graves.
Além disso, a doença preocupa porque permite transmissão em ambientes urbanos. As lesões cutâneas exigem cuidados rigorosos. Caso contrário, infecções secundárias podem surgir. Portanto, profissionais reforçam diagnóstico precoce e isolamento imediato. Consequentemente, reduzem a disseminação.
Como ocorre a transmissão da mpox?
A transmissão acontece principalmente por contato direto e prolongado. A pessoa se infecta ao tocar lesões, crostas ou secreções. Além disso, o vírus se espalha em relações íntimas, beijos e abraços. O compartilhamento de roupas de cama e toalhas também aumenta o risco.
Embora menos frequente, a transmissão pode ocorrer por gotículas respiratórias. No entanto, exige proximidade intensa e ambiente fechado. Também pode haver transmissão vertical, da mãe para o bebê. Em áreas urbanas, porém, o contato próximo entre pessoas sustenta a maioria dos casos.
Quais sintomas indicam mpox?
Os sintomas surgem entre cinco e 21 dias após a exposição. Inicialmente, a pessoa apresenta febre, dor de cabeça e mal-estar. Em seguida, surgem ínguas no pescoço, axilas ou virilha. Logo depois, aparecem lesões na pele.
Essas lesões evoluem de manchas para bolhas e crostas. Elas podem atingir rosto, tronco, mãos, pés e região genital. Em alguns casos recentes, poucas lesões aparecem apenas em mucosas. Por isso, médicos podem confundir com infecções sexualmente transmissíveis. A dor intensa costuma levar o paciente ao atendimento.
Diagnóstico e tratamento disponíveis
O profissional realiza diagnóstico clínico e confirma com exame laboratorial. Ele coleta material das lesões e solicita PCR para detectar o vírus. No Brasil, laboratórios de referência seguem protocolos oficiais.
O tratamento é de suporte. Ou seja, o médico controla dor e febre. Além disso, orienta hidratação e cuidados com a pele. Em casos específicos, especialistas podem indicar antivirais para orthopoxvírus.
O paciente deve manter isolamento até cicatrização completa das lesões. Também deve comunicar contatos próximos. Dessa maneira, interrompe cadeias de transmissão.
Como prevenir a mpox em 2026?
A prevenção combina atitudes individuais e ações públicas. Primeiramente, a pessoa deve evitar contato com lesões suspeitas. Além disso, não deve compartilhar objetos pessoais. Ambientes ventilados reduzem riscos.
O uso de preservativo ajuda, mas não elimina totalmente o risco. Portanto, o foco principal permanece no evitar contato direto com lesões. O Ministério da Saúde do Brasil define critérios para uso de vacinas contra varíola em grupos específicos. Assim, autoridades protegem profissionais de saúde e pessoas com maior risco de exposição.
Dessa forma, informação clara, diagnóstico precoce e isolamento adequado continuam sendo as principais estratégias contra a mpox.
Com base em informações do portal Terra.
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