Novembro Azul 2025 reforça prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata
No Novembro Azul, especialistas destacam que o diagnóstico precoce do câncer de próstata salva vidas e garante melhor qualidade de vida.

O Novembro Azul está chegando e reforça, todos os anos, a importância do cuidado com a saúde masculina. O câncer de próstata, tipo mais comum entre os homens, ainda representa um grave problema de saúde pública. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), um homem morre a cada 38 minutos em decorrência dessa doença. Mesmo com campanhas e avanços médicos, muitos ainda evitam o tema por medo ou desinformação. A detecção precoce, no entanto, continua sendo o principal fator de cura. Quando identificado no início, o tratamento costuma ser menos invasivo e apresenta, dessa form altas taxas de sucesso, preservando a qualidade de vida.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiA próstata é uma glândula pequena, localizada abaixo da bexiga, com função essencial na produção do esperma. Quando ocorre o câncer, ele se desenvolve de forma silenciosa. Nos estágios iniciais, não há sintomas. Porém, quando surgem sinais, cerca de 95% dos tumores já se encontram em fase avançada. Entre os sintomas mais comuns estão dor óssea, dificuldade ou dor ao urinar, vontade frequente de urinar e presença de sangue na urina ou no sêmen.
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Fatores de risco e prevenção
Homens com histórico familiar de câncer de próstata, principalmente pai ou irmão, devem redobrar a atenção. A incidência também é maior entre homens negros e pessoas com obesidade. O exame de toque retal e o teste de PSA (antígeno prostático específico) são essenciais para detectar alterações. Mesmo sem sintomas, é recomendável, desse modo, procurar um urologista a partir dos 45 anos (ou 50, sem fatores de risco).
Tratamentos e esperança
O tratamento depende do estágio da doença, da idade e do estado de saúde geral. Casos de baixa agressividade podem seguir a vigilância ativa, com monitoramento constante. Outros exigem cirurgia, radioterapia ou medicamentos. A boa notícia é que, com diagnóstico precoce, as chances de cura chegam a 90%.
Com informações do portal Biblioteca Virtual de Saúde.
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