Saúde e Bem-estar

Novo avanço no tratamento da esclerose múltipla - saiba mais

Novo remédio aprovado no Brasil amplia controle da esclerose múltipla e reduz crises.

A foto alude à esclerose múltipla
Fonte: Freepik

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo tratamento para esclerose múltipla no Brasil. Com isso, pacientes passam a contar com mais uma alternativa terapêutica.

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O medicamento Briumvi® recebeu registro oficial e já pode ser indicado para adultos. Principalmente, ele atende pessoas com formas recorrentes da doença. Assim, o avanço amplia o controle clínico e reduz a frequência das crises.

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Como a doença afeta o organismo

A esclerose múltipla compromete o sistema nervoso central. Ou seja, ela atinge diretamente o cérebro e a medula espinhal. Nesse cenário, o sistema imunológico reage de forma inadequada.

Como resultado, ocorre a destruição da mielina, estrutura que protege os neurônios. Consequentemente, surgem lesões e falhas na comunicação entre as células nervosas.

Além disso, linfócitos B desempenham papel relevante nesse processo. Essas células estimulam inflamações e aceleram a progressão da doença. Portanto, controlar sua atividade se torna essencial.

Como o novo medicamento atua

O Briumvi® utiliza o ublituximabe como substância ativa. Esse anticorpo monoclonal identifica e se liga ao CD20 presente nos linfócitos B.

Dessa forma, o tratamento reduz a atividade dessas células. Em seguida, diminui a inflamação e protege o sistema nervoso. Como consequência, o paciente apresenta menos surtos e maior estabilidade clínica.

Assim, o medicamento atua diretamente na origem do problema imunológico. Logo, ele representa um avanço importante na abordagem terapêutica.

Impacto e perfil da doença

A esclerose múltipla afeta milhões de pessoas no mundo. No Brasil, cerca de 40 mil convivem com a condição. Embora rara, a doença impacta fortemente a qualidade de vida.

Geralmente, ela surge entre os 20 e 50 anos. Inclusive, atinge mais mulheres do que homens. Entre os sintomas, destacam-se fadiga intensa, fraqueza muscular e dificuldades motoras.

Além disso, muitos pacientes relatam alterações emocionais e cognitivas. Portanto, o acompanhamento contínuo se torna indispensável.

Tratamento e qualidade de vida

Embora a doença não tenha cura, o tratamento adequado controla sua evolução. Nesse sentido, novas terapias oferecem mais qualidade de vida.

Com a aprovação do novo medicamento, o Brasil fortalece o cuidado aos pacientes. Ao mesmo tempo, amplia as possibilidades de intervenção precoce.

Assim, o avanço regulatório contribui para reduzir impactos e preservar a autonomia dos pacientes ao longo do tempo.

Com base em informações do portal da Anvisa.

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