Paralisia do sono: por que o corpo trava ao acordar
A paralisia do sono ocorre quando o cérebro desperta antes do corpo, causando imobilidade temporária e medo intenso.

A paralisia do sono é um distúrbio do sono que impede o corpo de se mover ao despertar. Nesse estado, a pessoa acorda consciente, porém permanece imobilizada por alguns instantes. Além disso, o episódio costuma gerar medo intenso e sensação de vulnerabilidade. Por isso, muitas pessoas confundem a experiência com algo sobrenatural. No entanto, a ciência explica o fenômeno de forma clara e objetiva.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiAlém da imobilidade, a paralisia do sono pode provocar alucinações visuais e auditivas. Assim, a pessoa percebe sons, sombras ou presenças inexistentes no ambiente. Consequentemente, o cérebro mistura sonho e realidade durante o episódio. Apesar disso, o quadro não representa perigo imediato à vida. Ainda assim, a repetição frequente exige atenção médica.
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O que acontece no cérebro durante o episódio
Durante a paralisia do sono, o cérebro desperta antes do corpo. Isso ocorre, principalmente, na fase REM do sono. Nessa etapa, o organismo bloqueia os movimentos musculares. Dessa forma, o corpo evita que a pessoa reproduza fisicamente os sonhos. Entretanto, quando o despertar acontece antes do desbloqueio muscular, surge a paralisia.
Geralmente, o episódio dura poucos segundos. Em alguns casos, porém, pode chegar a quatro minutos. Embora pareça longo, o tempo costuma ser curto. Ainda assim, a sensação subjetiva amplifica o desconforto. Por isso, muitos relatam pânico intenso.
Principais sintomas da paralisia do sono
O sintoma mais marcante é a incapacidade de se mover. Além disso, a pessoa pode ter dificuldade para falar ou respirar profundamente. Com frequência, surgem alucinações sensoriais assustadoras. Por consequência, o episódio provoca ansiedade e taquicardia. Apesar disso, os sinais desaparecem espontaneamente.
Fatores que aumentam o risco
A privação de sono aumenta a chance de paralisia do sono. Além disso, estresse elevado contribui diretamente para os episódios. Mudanças bruscas na rotina de sono também favorecem o problema. Outro fator relevante envolve transtornos como ansiedade e depressão. Portanto, cuidar do sono reduz significativamente o risco.
Como prevenir novos episódios
- Manter horários regulares de sono ajuda na prevenção.
- Além disso, evitar telas antes de dormir melhora a qualidade do descanso.
- Praticar técnicas de relaxamento também reduz a ocorrência.
- Se os episódios persistirem, buscar avaliação médica torna-se fundamental.
Assim, o tratamento adequado devolve segurança ao sono.
Com base em informações do portal Viva Bem-UOL.