Saúde e Bem-estar

SUS: Tratamento de lesões oculares avança com membrana amniótica

-a foto alude à tratamento moderno de lesão ocular
Fonte: Freepik

O Ministério da Saúde ampliou o uso da membrana amniótica no Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão ocorreu após recomendação da Conitec. Em seguida, o governo publicou portarias que oficializam a incorporação.

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Com isso, o SUS passa a utilizar a tecnologia em feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares. A medida, portanto, amplia o acesso a tratamentos modernos. Ao mesmo tempo, a expectativa aponta mais de 860 mil pacientes beneficiados por ano.

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Como a membrana amniótica acelera a recuperação

A membrana amniótica é um tecido coletado durante o parto. Na prática, médicos utilizam esse material na medicina regenerativa. Isso acontece porque ele possui ação anti-inflamatória e cicatrizante.

Dessa forma, o tratamento reduz complicações e acelera a recuperação. No caso do pé diabético, por exemplo, a cicatrização pode ocorrer até duas vezes mais rápido. Em comparação, curativos tradicionais apresentam menor desempenho.

Vale destacar que o SUS já utiliza esse recurso desde 2025. Nesse período, profissionais aplicaram a técnica em queimaduras extensas. Agora, a ampliação fortalece ainda mais o cuidado na rede pública.

Benefícios diretos para pacientes e sistema de saúde

A incorporação da tecnologia traz impactos relevantes. Primeiramente, pacientes recuperam-se com mais rapidez. Consequentemente, eles enfrentam menos infecções e menos dor.

Além disso, o tempo de internação tende a diminuir. Por consequência, hospitais reduzem custos operacionais. Assim, o sistema ganha eficiência enquanto melhora a qualidade de vida dos pacientes.

Segundo a secretária Fernanda De Negri, a medida amplia as opções terapêuticas. Nesse sentido, o Brasil avança no uso de tecnologias regenerativas. Portanto, o país se posiciona entre referências na área.

Avanços no tratamento de doenças oculares

No campo oftalmológico, a membrana amniótica também apresenta resultados expressivos. Ela auxilia na cicatrização de lesões nas pálpebras e na superfície ocular.

Além disso, o tratamento reduz dores e acelera a recuperação visual. Em muitos casos, ele evita complicações mais graves. Por isso, especialistas indicam o uso em doenças como glaucoma, inflamações e úlceras da córnea.

Da mesma forma, o recurso se mostra eficaz em situações complexas. Principalmente quando terapias convencionais não apresentam bons resultados.

Inovação que amplia o cuidado público

Em síntese, o SUS fortalece sua capacidade de inovação. Ao incorporar a membrana amniótica, o sistema amplia o acesso a tratamentos mais eficazes.

Assim, pacientes recebem atendimento mais moderno e resolutivo. Enquanto isso, o sistema otimiza recursos e melhora resultados clínicos. Portanto, a tecnologia marca um avanço relevante na saúde pública brasileira.

  • com base em aportes do Ministério da Saúde.

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