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MST ataca sede do PL para “defender natureza”

A Polícia Militar (PM) foi acionada para evitar confrontos e normalizar a situação

Por Estadão

2 mins de leitura

em 06 de jun de 2024, às 11h51

Foto: Divulgação/MST

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vandalizou a sede do PL, em São Paulo, no final da manhã desta quarta-feira (5).

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Eles utilizaram tinta vermelha, lama e ovos para atacar a sede do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Um boletim de ocorrência (B.O.) foi registrado. Aliás, procurada, a direção do PL ainda havia não se manifestado até a publicação deste texto. O partido, no entanto, registrou um boletim de ocorrência.

De acordo com informações obtidas pelo Estadão, ao menos 30 pessoas desceram de uma van e começaram o ato de vandalismo. Segundo o próprio MST, em seu site oficial, a ação “teve o objetivo de denunciar a atuação do partido e de outras siglas da direita na aprovação do ‘Pacote da Destruição’, conjunto de leis que buscam flexibilizar a legislação ambiental”.

A Polícia Militar (PM) evitou confrontos e normalizou a situação. Contudo, com o registro de ocorrência, a Polícia Civil deve abrir um inquérito para investigar o caso. Aliás, o primeiro passo será identificar os militantes envolvidos. De acordo com testemunhas, os integrantes do MST que participaram do ataque estavam com os rostos cobertos.

MST: “Pacote da Destruição”

Ainda não há estimativa de prejuízo. A arcabouço que o MST chama de “Pacote da Destruição” é composta por 25 projetos de lei e três Propostas de Emenda à Constituição (PECs). De acordo com o grupo, muitos deputados que defendem as propostas fazem parte de legendas conservadoras, como o PL, “que ainda mantém em sua agenda uma atuação em função da destruição ambiental”, citaram. Até o momento, não há informação de presos no ato.

Assessor e advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Fábio Wajngarten se manifestou nas redes sociais, chamando a ação de “ato contra a democracia”. “É inadmissível e inaceitável o ataque que sofreu a sede do Partido Liberal em São Paulo. É um ato contra a democracia, é um ato contra a ordem democrática do Brasil. Faz-se, de forma enérgica, investigar e punir os responsáveis”, criticou o advogado.

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