Saúde e Bem-estar

Dia mundial do rim: Hospital Evangélico de Cachoeiro reforça prevenção renal

Hospital Evangélico de Cachoeiro reforça prevenção das doenças renais no Dia Mundial do Rim.

A foto mostra o HECI
Fonte: Divulgação l HECI

O Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim lembra o Dia Mundial do Rim, celebrado em 12 de março. A data reforça a importância da prevenção das doenças renais. Além disso, o hospital destaca o impacto do tratamento para pacientes da região sul capixaba. Em 2025, a instituição realizou mais de 11 mil atendimentos de hemodiálise. Portanto, o número revela a dimensão da demanda por cuidados renais especializados.

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Além disso, a unidade consolidou seu papel como referência regional em terapia renal. O serviço atende pacientes que enfrentam insuficiência renal crônica. Dessa forma, o hospital garante acompanhamento contínuo e tratamento especializado. Consequentemente, muitos pacientes conseguem manter qualidade de vida mesmo diante da doença. Assim, o Dia Mundial do Rim também funciona como alerta para diagnóstico precoce.

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A importância dos rins para o organismo

Os rins exercem funções vitais no corpo humano. Primeiramente, eles filtram o sangue e removem toxinas do organismo. Além disso, os órgãos eliminam o excesso de líquidos. Ao mesmo tempo, os rins equilibram minerais essenciais. Entre eles estão sódio, potássio, fósforo e cálcio. Além disso, os rins produzem hormônios importantes. Esses hormônios ajudam a controlar a pressão arterial. Eles também estimulam a produção de células vermelhas. Consequentemente, os rins contribuem diretamente para a saúde dos ossos.

Doença renal crônica exige atenção

A Doença Renal Crônica surge quando os rins perdem a capacidade de funcionar adequadamente por mais de três meses. Segundo o nefrologista Sérgio Damião, a doença evolui em estágios. Cada estágio representa uma redução da capacidade de filtração renal. Nos primeiros estágios, os sintomas geralmente não aparecem. Por isso, muitos pacientes descobrem a doença tardiamente. Consequentemente, especialistas defendem a realização de exames preventivos. Assim, o diagnóstico precoce pode evitar complicações graves.

Fonte: Divulgação l HECI

Prevenção começa com hábitos saudáveis

Especialistas reforçam que a prevenção depende principalmente do estilo de vida. Primeiramente, médicos recomendam controlar fatores de risco. Entre eles estão Diabetes, Hipertensão Arterial e Obesidade. Além disso, doenças cardiovasculares também podem afetar os rins. O tabagismo também aumenta o risco de comprometimento renal. Por outro lado, exames simples ajudam na detecção precoce. A dosagem de creatinina no sangue avalia a função renal. Da mesma forma, exames de urina identificam alterações iniciais. Outro cuidado importante envolve evitar medicamentos sem orientação médica.

Hemodiálise salva vidas em casos avançados

Quando a insuficiência renal atinge estágio avançado, muitos pacientes precisam de Hemodiálise. Nesse tratamento, uma máquina assume parte da função dos rins. Primeiramente, o equipamento filtra o sangue do paciente. Depois, ele remove substâncias tóxicas acumuladas no organismo. Além disso, o sistema elimina o excesso de líquidos. Cada sessão dura entre três e quatro horas. Assim, o tratamento mantém o equilíbrio do organismo.

Serviço de hemodiálise cresce no hospital

O setor de hemodiálise do hospital funciona há cerca de três décadas. Atualmente, ele se destaca como um dos maiores serviços da instituição. O atendimento começou em 1996 com 11 máquinas. Na época, o hospital atendia cerca de 38 pacientes em dois turnos.

Hoje, o serviço ampliou sua capacidade. Atualmente, 73 pacientes realizam tratamento regularmente. O setor funciona em três turnos: manhã, tarde e noite. Além disso, os profissionais utilizam 15 máquinas de hemodiálise. Portanto, o hospital fortalece sua atuação como referência regional.

Transplante renal ainda representa esperança

Em alguns casos, médicos indicam Transplante Renal. Esse procedimento substitui o rim doente por um rim saudável. No entanto, muitos pacientes aguardam na fila por um doador compatível. Segundo o Sistema Nacional de Transplantes, mais de mil pessoas aguardam transplante no Espírito Santo. Entre elas, 55% são homens. Outros 45% são mulheres. Portanto, a conscientização sobre doação de órgãos continua essencial.

Com base em informações do portal do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim – HECI.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.