Turismo em Aracruz surpreende com praias, aldeias indígenas e muita história
A economia local reúne setores como indústria, atividade portuária, metalmecânica, construção civil, comércio e prestação de serviços.

A posição geográfica estratégica e a estrutura logística transformaram o município em um dos principais polos de negócios do Estado. A economia local reúne setores como indústria, atividade portuária, metalmecânica, construção civil, comércio e prestação de serviços.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiEmpresas especializadas também atuam na fabricação, montagem e manutenção de equipamentos industriais. Essa rede de fornecedores atende às demandas das diferentes cadeias produtivas instaladas na região.
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Além da indústria, Aracruz apresenta oportunidades em áreas como turismo, petróleo, agricultura, celulose, cultura, comércio e serviços. O município possui 1.423,874 quilômetros quadrados e está situado, em média, a 50 metros acima do nível do mar.
Aracruz faz limite com Linhares, ao norte; Fundão, ao sul; Ibiraçu e João Neiva, a oeste; e o Oceano Atlântico, a leste. A população estimada é de 93.325 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A história de Aracruz

Povos indígenas temiminós habitavam originalmente o território de Aracruz. Em 1556, os padres Brás Lourenço e Diogo Jácome criaram o núcleo de catequese de Aldeia Nova, que passou a receber diferentes grupos indígenas, entre eles a tribo liderada pelo cacique Maracaiaguaçu.
Após a fundação da Aldeia dos Reis Magos, atualmente conhecida como Nova Almeida, o núcleo recebeu o nome de Aldeia Velha.
A Resolução Provincial de 1837 criou a freguesia de Aldeia Velha, então subordinada ao município de Nova Almeida. Em abril de 1848, outra resolução provincial criou o município de Santa Cruz, atual Aracruz.
A sede municipal funcionava na Vila de Santa Cruz. Em 1860, o imperador Dom Pedro II e sua comitiva visitaram a localidade e passaram uma noite na vila. Durante a passagem, o imperador inaugurou um chafariz público e deixou seis medidas de bronze utilizadas para líquidos.
A comitiva também atravessou a foz do Rio Piraquê-Açu e visitou a aldeia indígena Tupinikim de Caieiras Velha. Depois, seguiu em direção à Vila do Riacho.
Imigração italiana
A imigração italiana também marcou a formação do município. Em 1873, Pietro Tabacchi trouxe 70 famílias italianas para trabalhar na Colônia Nova Trento.
Em janeiro de 1874, os primeiros 386 imigrantes partiram do Porto de Gênova, na Itália, a bordo do navio francês Sofia. A embarcação chegou à Baía de Vitória em fevereiro.
No mês seguinte, os imigrantes viajaram até Santa Cruz no vapor Presidente. De lá, seguiram em canoas pelo Rio Piraquê-Açu até a Colônia Nova Trento, instalada na Fazenda Morro das Palmas, em Córrego Fundo.
Em 1891, um decreto estadual elevou a Vila de Santa Cruz à categoria de cidade. Naquele período, o porto fluvial ganhou importância regional e passou a escoar café e outros produtos agrícolas produzidos principalmente pelos imigrantes italianos.
Em 1943, uma resolução municipal determinou a transferência da sede para o povoado de Sauaçu. A mudança ocorreu em 1948. Cinco anos depois, em 1953, a localidade passou a se chamar definitivamente Aracruz.
Turismo em Aracruz

O litoral de Aracruz reúne diferentes praias e paisagens naturais. Entre os destinos estão as praias de Gramuté, Putiry, Formosa, Santa Cruz, Coqueiral de Aracruz, Padres, Quinze, Virgem, Conchas e Comboios.
A lista também inclui as praias da Barra do Riacho, Portal, Sauê, Mar Azul, Barra do Sahy e Balsa. O município ainda abriga uma unidade do Projeto Tamar, voltada à preservação das tartarugas marinhas.
Turismo rural e Aldeias indígenas
Aracruz também oferece experiências ligadas ao campo, à gastronomia e à produção rural. Entre os empreendimentos estão Recanto das Águas, Sítio Afontana, Sítio Sabor e Aroma, Sítio Poltronieri, Sítio Tia Marta e Roça do Zé.
A presença indígena representa uma das principais características culturais de Aracruz. O município reúne as aldeias de Caieiras Velha, Comboios, Irajá, Pau Brasil, Tekoá Mirim e Três Palmeiras.
Essas comunidades ajudam a preservar tradições, histórias e conhecimentos que fazem parte da identidade do território capixaba.
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