Saúde e Bem-estar

Dia Nacional alerta: sífilis pode afetar bebês e tem cura com diagnóstico rápido

Campanha nacional reforça prevenção, testagem e tratamento gratuitos contra a sífilis.

A foto mostra SESA-ES e ações contra sífilis
FOTO: Divulgação l SESA

O Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, celebrado neste sábado (18), reforça a necessidade de prevenir e diagnosticar precocemente a infecção. A Secretaria da Saúde do Espírito Santo (Sesa) orienta a população sobre cuidados essenciais e destaca, principalmente, a importância da adesão ao tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Sífilis: prevenção e diagnóstico precoce salvam vidas

A data, lembrada sempre no terceiro sábado de outubro, chama atenção para o uso do preservativo como principal forma de prevenção. A sífilis adquirida é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema pallidum, transmitida pelo contato sexual sem proteção. Já a sífilis congênita ocorre quando a gestante infectada não realiza o tratamento e transmite, dessa froma, a doença ao bebê.

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Casos e riscos no Espírito Santo

Até a primeira semana de outubro, o Estado registrou 6.920 casos de sífilis adquirida e 542 de sífilis congênita. De acordo com a médica Luísa Milleri Altoé, a infecção é “traiçoeira”, pois apresenta sintomas leves no início, o que pode atrasar o diagnóstico e facilitar a transmissão. A falta de tratamento pode causar danos neurológicos, cardíacos e até levar à morte.

Teste rápido e tratamento gratuito pelo SUS

O teste rápido está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). O resultado sai em até 30 minutos e o tratamento, feito com Penicilina Benzatina, é seguro e eficaz. A médica reforça, desse modo, que o tratamento deve ser seguido até o fim e que as parcerias sexuais também precisam ser tratadas.

Espírito Santo reduz incidência de sífilis congênita

Desde 2024, o Estado intensifica o “Plano Estadual de Enfrentamento da Sífilis Congênita”, que já mostra resultados. Nesse sentido, em 2024, a taxa caiu para 14,2 casos por mil nascidos vivos, contra 15,6 em 2023. “A redução é fruto do fortalecimento das estratégias de prevenção e controle”, destaca Luísa Altoé.

Com informações da SESA- ES.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.