Saúde e Bem-estar

Dia Nacional de Atenção à Disfagia: sinais e cuidados

Disfagia exige atenção precoce para evitar complicações graves.

A foto mostra pessoa com disfagia
Fonte: Freepik

O Dia Nacional de Atenção à Disfagia acontece em 20 de março. A data surgiu após resolução do Conselho Federal de Fonoaudiologia. Desde então, profissionais reforçam a importância da conscientização. Nesse sentido, a campanha alerta sobre sintomas muitas vezes ignorados. Assim, o diagnóstico precoce ganha destaque.

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Nesse contexto, a disfagia representa uma alteração no ato de engolir. A condição pode afetar alimentos, líquidos e até saliva. Como resultado, o paciente enfrenta dificuldades durante as refeições. Consequentemente, surgem riscos à nutrição e à hidratação. Portanto, reconhecer os sinais se torna essencial para evitar complicações.

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O que causa a disfagia

Diversos fatores podem desencadear a disfagia. Entre eles, destacam-se doenças neurológicas e alterações musculares. Pessoas com Doença de Parkinson ou Acidente Vascular Cerebral apresentam maior risco. Além disso, quadros como demência e câncer de cabeça e pescoço também influenciam.

Ao mesmo tempo, idosos e crianças prematuras exigem atenção especial. Pessoas com Síndrome de Down também podem desenvolver a condição. Dessa forma, o acompanhamento clínico se torna indispensável. Assim, profissionais identificam precocemente alterações na deglutição.

Sinais de alerta que não devem ser ignorados

A disfagia apresenta sintomas claros. Inicialmente, o paciente pode ter dificuldade para mastigar. Em seguida, surge tosse ou engasgo ao comer ou beber. Muitas vezes, a pessoa sente alimento parado na garganta. Além disso, o tempo das refeições pode aumentar.

Em situações mais graves, ocorre perda de peso e fadiga alimentar. Também podem surgir pneumonias recorrentes. Portanto, esses sinais indicam necessidade de avaliação imediata. Dessa maneira, o tratamento pode começar rapidamente.

Tratamento e cuidados essenciais

O tratamento busca garantir nutrição segura e prevenir complicações. Entre elas, destaca-se a pneumonia aspirativa. Para isso, uma equipe multidisciplinar atua de forma integrada. Fonoaudiólogos, médicos e nutricionistas participam do cuidado.

Além disso, exercícios de reabilitação ajudam na deglutição. Mudanças na consistência dos alimentos também facilitam a alimentação. Em alguns casos, medicamentos tratam condições associadas. Assim, o paciente recupera qualidade de vida.

Atenção ao uso de medicamentos

Pacientes com disfagia enfrentam dificuldade para engolir comprimidos. Por isso, profissionais avaliam alternativas seguras. Em alguns casos, medicamentos podem ser triturados. No entanto, essa prática não se aplica a todos.

Portanto, a orientação médica se torna indispensável. Substituições por versões líquidas podem ser indicadas. Dessa forma, o tratamento mantém sua eficácia. Assim, evita-se prejuízo terapêutico.

Com base em informações da Biblioteca Virtual em Saúde.

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Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.