Saúde e Bem-estar

Doenças respiratórias: como proteger os pulmões e evitar complicações

Doenças respiratórias causaram mais de 81 mil mortes no Brasil em 2023. Veja hábitos que ajudam a proteger os pulmões e sinais de alerta.

A foto alude a doenças respiratórias
Fonte: Magnific

As doenças respiratórias crônicas provocaram 81.102 mortes no Brasil em 2023, segundo dados da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (Ripsa). O número mostra o impacto desses problemas e reforça a necessidade de cuidar dos pulmões durante toda a vida.

A saúde respiratória sofre influência de vários fatores. Tabagismo, poluição, poeira, mofo, alergias, infecções e predisposição genética estão entre os principais. Os pulmões realizam as trocas gasosas que fornecem oxigênio ao organismo e eliminam gás carbônico. Por isso, entram em contato constante com partículas e microrganismos presentes no ar.

Leia também – Pneumo 20 chega ao SUS para pessoas com 85 anos ou mais

Como proteger os pulmões no dia a dia?

Alguns hábitos ajudam a reduzir a exposição aos agentes que irritam as vias respiratórias. Manter os ambientes ventilados é uma das medidas mais simples.

Abrir janelas favorece a circulação do ar e reduz a concentração de poeira, mofo e ácaros. Esses agentes podem desencadear ou agravar sintomas em pessoas com alergias e asma.

A forma de limpar a casa também merece atenção. O pano úmido ajuda a retirar a poeira sem espalhá-la pelo ambiente. Já a limpeza a seco pode suspender partículas que acabam sendo inaladas.

Outro cuidado envolve o cigarro. Não fumar e evitar a exposição à fumaça reduz o contato dos pulmões com substâncias capazes de provocar inflamações e danos ao sistema respiratório.

Quais doenças respiratórias são mais comuns?

Resfriado, gripe, bronquite, pneumonia e asma estão entre os problemas respiratórios mais conhecidos.

Infecções causadas por vírus ou bactérias podem provocar algumas dessas doenças. Já condições como a asma também sofrem influência de poeira, mofo, fumaça e outros irritantes.

A vacinação ajuda a diminuir o risco de infecções respiratórias e suas complicações. A indicação depende da idade, das condições de saúde e das recomendações do calendário vacinal.

A atividade física regular também beneficia o sistema cardiorrespiratório. O exercício fortalece músculos envolvidos na respiração e melhora a capacidade do organismo diante de esforços.

Em ambientes fechados e muito movimentados, a máscara pode reduzir a exposição a partículas respiratórias. O cuidado ganha relevância em períodos de maior circulação de vírus.

Pessoas alérgicas também devem observar o contato com animais, especialmente quando os pelos desencadeiam sintomas. Nesses casos, reduzir a exposição pode ajudar no controle das crises.

Quais sintomas indicam que é hora de procurar atendimento?

Alguns sinais respiratórios merecem avaliação profissional, principalmente quando persistem ou aparecem juntos.

Falta de ar, chiado, dor ou aperto no peito podem indicar alterações que precisam de investigação. Tosse persistente, febre prolongada e cansaço também exigem atenção.

A presença de sangue na secreção, perda de peso sem explicação ou piora repentina dos sintomas reforça a necessidade de procurar atendimento.

Pessoas que já têm asma, rinite ou outra doença respiratória crônica precisam observar mudanças no padrão habitual dos sintomas.

Exames ajudam a investigar problemas respiratórios?

A avaliação depende dos sintomas, do histórico e dos fatores de risco de cada pessoa. Por isso, nem todo mundo precisa realizar exames pulmonares de rotina.

Quando existe indicação, o profissional pode solicitar exames como radiografia ou tomografia do tórax. Esses testes ajudam a investigar alterações estruturais e algumas doenças pulmonares.

A espirometria mede o fluxo de ar durante a respiração e auxilia na investigação de condições como a asma. O exame também pode acompanhar a resposta ao tratamento.

Testes de alergia podem identificar substâncias relacionadas a reações alérgicas. Já exames específicos de sangue podem avaliar a oxigenação em determinadas situações.

O mais importante é não esperar o quadro piorar para buscar avaliação. Sintomas persistentes ou diferentes do habitual merecem investigação para identificar a causa e iniciar o cuidado adequado.

Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aqui

Você no aquinoticias.com

Presenciou algo importante na sua cidade? Tem uma denúncia, reclamação ou um vídeo exclusivo? Sua sugestão pode virar notícia. Envie agora para o nosso WhatsApp: (28) 99991-7726

Formada em Letras e Direito, com especialização em Linguística, Literatura e Publicidade & Propaganda. Possui experiência em Gestão Pública e Pedagógica. Atua na editoria de Saúde e Bem-Estar do AQUINOTICIAS.COM, na plataforma Viva Vida.