ES moderniza o Teste do Pezinho e garante mais segurança aos bebês
Espírito Santo amplia o Teste do Pezinho e muda o destino de recém-nascidos.

O Espírito Santo anunciou a ampliação do Teste do Pezinho e priorizou as Etapas 4 e 5 do Programa Nacional de Triagem Neonatal. Com essa mudança, o Estado passa a identificar doenças genéticas raras com muito mais rapidez. Além disso, a expansão inclui a detecção precoce da Atrofia Muscular Espinhal (AME), uma das condições neuromusculares mais severas da primeira infância. Assim, o governo fortalece uma política pública que altera o destino de bebês antes mesmo dos primeiros sintomas. E, por isso, garante mais acesso, equidade e proteção integral às famílias capixabas.
O anúncio ocorreu durante o Congresso INAME 2025, em São Paulo, onde o secretário Tyago Hoffmann apresentou um vídeo com mensagem do governador Renato Casagrande. O governo destacou que ampliar o teste significa oferecer às crianças tratamentos imediatos e capazes de evitar danos irreversíveis. Dessa forma, o Estado reafirma sua decisão técnica e humana de modernizar a triagem neonatal. Além disso, fortalece o compromisso com o futuro dos capixabas desde o primeiro dia de vida. E, assim, cria oportunidades reais de cuidado avançado.
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Diagnóstico precoce muda o curso de doenças graves
Atualmente, o Espírito Santo está consolidado na Etapa 1, com processamento integral das amostras pela APAE Vitória. A ampliação segue a legislação nacional e ocorrerá de forma progressiva. A AME, doença de rápida evolução, exige diagnóstico imediato. Hoje, o Estado acompanha 26 crianças. Com o novo modelo, o rastreamento ocorre antes dos sintomas e permite acesso rápido às terapias do SUS.
Rede fortalecida e maior impacto social
Segundo a subsecretária Carolina Sanches, crianças tratadas cedo apresentam melhor desenvolvimento, menos internações e mais qualidade de vida. Além disso, a expansão reduz judicializações, organiza fluxos e fortalece toda a Rede Materno-Infantil. A coleta permanece disponível nas 460 unidades básicas e nas maternidades, garantindo acesso universal. A detecção ampliada entra em vigor em março de 2026.
Com informações do portal SESA-ES.
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