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Covid-19: Confira as dicas da Prefeitura na prevenção da doença

As medidas de prevenção e controle devem ser utilizadas de forma integrada, e incluem: etiqueta respiratória; higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão; ventilação, limpeza e desinfecção adequada de ambientes; isolamento dos casos confirmados de COVID-19; e uso de máscaras

Por Redação

em 19 de nov de 2023, às 13h00

4 mins de leitura

Foto: Reprodução/Prefeitura de Anchieta

Com o surgimento de novas variantes do coronavírus Covid-19 a Organização Mundial da Saúde orienta para o reforço de protocolos de prevenção, como a vacinação, a higienização das mãos, limpeza de ambientes e uso de máscaras em locais de aglomeração de pessoas e de pouca ventilação. A Prefeitura de Anchieta reforça a necessidade de prevenção com dicas que ajudam a população.

As medidas de prevenção e controle devem ser utilizadas de forma integrada, e incluem: etiqueta respiratória; higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão; ventilação, limpeza e desinfecção adequada de ambientes; isolamento dos casos confirmados de COVID-19; e uso de máscaras.

As máscaras são recomendadas principalmente para pessoas com fatores de risco para complicações por doenças respiratórias (imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades) em situações de maior risco de infecção por vírus respiratórias, como: locais fechados e mal ventilados, locais com aglomeração e em serviços de saúde e por pessoas com sintomas respiratórios.

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As máscaras podem ser usadas para a proteção de pessoas saudáveis (quando em contato com alguém infectado) ou para controle da fonte de infecção (quando usadas por alguém infectado para prevenir transmissão subsequente). 

Diante a mudança do cenário epidemiológico da COVID-19, o uso de máscaras faciais tornou-se facultativo. Contudo, o Ministério da Saúde recomenda que as máscaras sejam utilizadas, principalmente, nas seguintes situações: 

  • Por pessoas com sintomas gripais, ou pessoas que tenham tido contato próximo com pessoas com doenças respiratórias;
  • Por pessoas com diagnóstico laboratorial positivo para covid-19 (por teste de antígeno ou biologia molecular), inclusive assintomáticas;
  • Por pessoas com fatores de risco para complicações por doenças respiratórias (em especial imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com múltiplas comorbidades) em situações de maior risco de infecção por vírus respiratórios, como: locais fechados e mal ventilados, locais com aglomeração e em serviços de saúde;
  • Na ocorrência de surtos de síndrome gripal em determinado local ou instituição, recomenda-se o uso de máscara por todos os indivíduos do mesmo ambiente, independentemente de apresentarem sintomas, devido ao potencial risco de transmissão por pessoas assintomáticas; 
  • Por profissionais que trabalham diretamente com idosos ou pessoas com comorbidades (ex: instituições de longa permanência);
  • Por profissionais de saúde, de acordo com as recomendações da Anvisa, conforme descrito na NT GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020, atualizada em maio de 2023 e disponível  aqui.
     

As máscaras não devem ser usadas por crianças menores de dois anos ou pessoas que tenham dificuldade para respirar, que estejam inconscientes, incapacitadas ou que tenham dificuldade de remover a máscara sem ajuda.

Em relação aos tipos de máscaras, ressalta-se que os respiradores de proteção respiratória (padrão N95, PFF2 ou equivalente) possuem maior eficácia em proteger contra a transmissão de vírus respiratórios, incluindo o SARS-CoV-2, seguido pelas máscaras cirúrgicas e KN95. 

É inegável que as vacinas COVID-19 tiveram grande impacto na redução da morbimortalidade da doença, tendo evitado centenas de óbitos e internações no Brasil desde a sua introdução. De fato, desde o início da campanha de vacinação em janeiro de 2021 pode-se observar uma queda importante das internações e óbitos por COVID-19 nas diferentes faixas etárias à medida que se avançou na vacinação.

Cabe destacar que a vacinação contribui para redução de complicações decorrentes da covid-19 nos grupos vacinados, além de contribuir para diminuição das internações hospitalares, mortalidade evitável e gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias.   

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