Segurança

Farmácia de Cachoeiro é alvo de operação da Polícia Civil por fraude

Polícia Civil e EDP identificam irregularidade no Centro; caso semelhante ocorreu em área rural de Castelo.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma ação conjunta da Polícia Civil e da EDP identificou fraude em farmácia de manipulação em Cachoeiro de Itapemirim nesta quarta-feira (11). A fiscalização ocorreu no Centro do município e resultou na condução do proprietário à delegacia.

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Durante a inspeção técnica, profissionais da concessionária constataram adulteração no medidor de energia elétrica. Segundo a EDP, a irregularidade caracterizava furto de energia. Imediatamente, a equipe desfez a fraude e regularizou a instalação no local.

Além disso, policiais civis acompanharam toda a operação para garantir a formalização da ocorrência. Em seguida, os agentes encaminharam o responsável à Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim para as providências legais.

No dia anterior, outra ação registrou irregularidade semelhante no Córrego Abundância, zona rural de Castelo. No local, técnicos identificaram uma chave disjuntora que permitia interromper o registro do consumo. Durante a vistoria, a equipe também localizou um segundo medidor irregular.

Diante da constatação, os agentes conduziram o proprietário da área rural à delegacia. A investigação seguirá para apurar o período da irregularidade e o volume de energia não faturada.

Fraude em farmácia de manipulação em Cachoeiro de Itapemirim leva à condução de proprietário

A fraude em farmácia de manipulação em Cachoeiro de Itapemirim integra um conjunto de ações de combate ao furto de energia no Espírito Santo. As operações contaram com apoio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) de Vitória, do Departamento de Engenharia Forense do Instituto de Criminalística e de técnicos da EDP.

De acordo com a legislação, o furto de energia configura crime previsto no artigo 155 do Código Penal. A pena varia de um a quatro anos de reclusão, além de multa. Paralelamente à responsabilização criminal, os envolvidos devem ressarcir os valores correspondentes à energia não faturada.

A cobrança ocorre conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além disso, os responsáveis arcam com custos administrativos e operacionais decorrentes da irregularidade.

A EDP informou que mantém fiscalizações permanentes em todo o Estado. Segundo a concessionária, fraudes e ligações clandestinas comprometem a qualidade do fornecimento e aumentam riscos de acidentes. Curto-circuitos, choques elétricos e incêndios estão entre as possíveis consequências.

Por fim, a distribuidora reforçou que denúncias podem ser feitas pelos canais oficiais. A empresa afirma que as ações visam proteger a segurança da população e garantir equilíbrio no sistema elétrico.

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Jornalista com mais de uma década de experiência em produção de conteúdo jornalístico e cobertura de temas políticos, de segurança pública e institucionais. Atua com redação e edição de matérias para diferentes plataformas. Também possui experiência em comunicação política e eleitoral, assessoria de imprensa e redação publicitária.