O acolhimento além da técnica: como Thaís Salerno transforma a dor e a exaustão da maternidade em propósito com o Projeto Nascer
Com foco no pós-parto, enfermeira e doula oferece suporte a mães que enfrentam desafios na amamentação e na privação de sono.

A maternidade é frequentemente romantizada, mas a realidade dos primeiros dias com um recém-nascido costuma trazer desafios profundos e, muitas vezes, solitários. Dados globais indicam que apenas cerca de 48% dos bebês são amamentados exclusivamente até os seis meses, índice abaixo do recomendado por entidades de saúde. Nesse contexto, torna-se ainda mais evidente a necessidade de apoio especializado às mães. É exatamente para acolher as dores físicas e emocionais desse período que a enfermeira, doula e consultora de amamentação Thaís Salerno dedica sua atuação.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiCom formação na área da saúde, Thaís ampliou sua atuação clínica para um modelo de cuidado integral, voltado não apenas ao bebê, mas também à mãe e à estrutura familiar. Esse conceito orienta o Projeto Nascer, iniciativa que busca oferecer suporte contínuo e humanizado durante uma das fases mais sensíveis da maternidade.
Entre as principais demandas atendidas está o início da amamentação, período em que são comuns dificuldades como dor, pega inadequada e baixa produção de leite. Além dos aspectos técnicos, o processo também envolve fatores emocionais, como insegurança e ansiedade.
Outro ponto destacado na atuação da profissional é o impacto da sobrecarga materna no pós-parto. A privação de sono e a ausência de uma rede de apoio estruturada contribuem para o desgaste físico e emocional de muitas mulheres nesse período.
Para atender a essas demandas, Thaís oferece acompanhamento prático e emocional contínuo, incluindo atendimentos noturnos (overnight care), que permitem à mãe períodos adequados de descanso e recuperação. A proposta é contribuir para o equilíbrio da rotina familiar e para o bem-estar da puérpera.
A combinação entre conhecimento técnico e abordagem humanizada é apontada como um diferencial do trabalho, com resultados relacionados à melhoria na experiência da amamentação e à redução de interrupções precoces.
O atendimento também se estende aos recém-nascidos, com serviços como o furo de orelha humanizado, realizado com foco na segurança e no conforto da mãe e filha.
Ao integrar assistência técnica e acolhimento, Thaís Salerno propõe uma abordagem que considera não apenas os aspectos clínicos, mas também emocionais da maternidade. Em um cenário em que muitas mulheres ainda enfrentam esse período com pouco suporte, iniciativas como o Projeto Nascer reforçam a importância de uma rede de cuidado mais estruturada e acessível.
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