Cachoeiro reforça prevenção contra febre amarela e maculosa após morte de macacos
Vigilância Ambiental monitora relatos na Floresta Nacional de Pacotuba e prepara ações preventivas para identificar possível circulação do vírus na região.

A Vigilância Ambiental de Cachoeiro de Itapemirim reforçou o monitoramento na Floresta Nacional de Pacotuba (Flona) após relatos de morte de macacos na região.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiOs primatas funcionam como sentinelas para a febre amarela. A ocorrência de mortes desses animais pode servir de alerta para uma possível circulação do vírus antes da identificação de casos em humanos.
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Por isso, as autoridades começaram a alinhar os fluxos de notificação e as medidas preventivas que poderão ser adotadas na área.
Representantes da Vigilância Ambiental, da Superintendência Regional de Saúde de Cachoeiro de Itapemirim e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) participaram de uma reunião na última quinta-feira (14).
Durante o encontro, as equipes definiram protocolos para pesquisas entomológicas na Flona. O trabalho envolve a coleta e o estudo de mosquitos transmissores presentes na área de mata.
Também foram reforçadas as medidas de biossegurança para os profissionais que atuam em campo, principalmente durante a coleta e o manejo dos materiais.
Carrapatos também entram no alerta
A reunião também discutiu medidas de prevenção relacionadas aos carrapatos, que podem transmitir doenças como a febre maculosa.
As orientações serão direcionadas tanto aos trabalhadores da unidade de conservação quanto aos visitantes.
O gerente da Vigilância Ambiental de Cachoeiro, Fábio Gava, reforçou a importância dos cuidados preventivos em áreas de mata.
“Pedimos que a população fique atenta aos cuidados preventivos e evite áreas de mata densa sem a devida proteção. A Vigilância Ambiental está sempre à disposição de todos os cidadãos, trabalhando diariamente para levar informação de qualidade, prevenção e mais saúde para o nosso município”, afirmou.
O monitoramento dos relatos de mortes de primatas continuará para orientar possíveis novas ações de prevenção na região.
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