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Irmãos desaparecidos no Maranhão podem estar entre as 163 crianças resgatadas nos EUA; entenda

Advogada da família acionou o Consulado-Geral do Brasil em Miami para verificar se Ágatha Isabelly e Allan Michael estão entre os menores localizados em uma grande operação na Flórida.

Ágatha e Allan desaparecidos no Maranhão
Foto: Divulgação

O caso dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos desde janeiro no Maranhão, ganhou uma nova frente de investigação após o resgate de 163 crianças em uma grande operação realizada nos Estados Unidos.

A advogada que acompanha a família acionou o Consulado-Geral do Brasil em Miami para verificar se existe a possibilidade de os irmãos estarem entre os menores localizados na operação Statewide Shield, realizada na Flórida. Até o momento, porém, não há confirmação de que Ágatha e Allan estejam entre as crianças resgatadas.

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Os dois irmãos desapareceram em 4 de janeiro de 2026, na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, no interior do Maranhão. Eles saíram para brincar acompanhados do primo Anderson Kauã, de 8 anos. O menino foi encontrado com vida três dias depois, mas Ágatha e Allan continuam desaparecidos.

Operação localizou 163 crianças

A operação Statewide Shield foi realizada durante cinco dias e teve como objetivo identificar, localizar e recuperar menores desaparecidos.

Segundo o Departamento de Polícia da Flórida, 163 crianças foram recuperadas. Elas tinham entre dois meses e 17 anos e foram localizadas em diferentes regiões, além de outros estados, um território norte-americano e 12 países.

De acordo com as autoridades norte-americanas, muitas das crianças recuperadas haviam sido expostas a situações de abuso, negligência, exploração ou outras atividades criminosas. Os menores que precisavam de assistência receberam atendimento de equipes de proteção social, saúde e apoio às vítimas.

Família tenta cruzar informações

A busca de informações nos Estados Unidos é mais uma tentativa da família de ampliar as possibilidades de localização dos irmãos.

Apesar da iniciativa, até o momento não existem registros oficiais indicando que Ágatha e Allan tenham deixado o Brasil. A investigação sobre o desaparecimento segue sem uma conclusão sobre o paradeiro das crianças.

O caso mobilizou, desde janeiro, diferentes forças de segurança e equipes de busca no Maranhão. Mesmo após meses de investigação, os irmãos ainda não foram encontrados.

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Estudante de jornalismo pela Unidade Estácio, atua na parte de segurança do portal AQUINOTICIAS.COM. Apaixonada pela área, trabalhou pela primeira vez como estagiária de jornalista aos 18 anos e nunca mais cogitou outro caminho.

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