Morte do soldado Paulo Henrique Faccin completa um mês
Ainda de acordo com as informações da ocorrência, o suspeito conseguiu tomar a arma do militar e efetuou o disparo que atingiu Paulo Henrique na cabeça. Luan morreu no local.

O dia 15 de setembro, próxima terça-feira, marca um mês da morte do policial militar Paulo Henrique Faccin, de 28 anos, baleado durante uma ocorrência no bairro São Luiz Gonzaga, em Cachoeiro de Itapemirim.
O soldado realizava uma ronda na região quando tentou abordar um criminoso. Durante a ocorrência, Paulo Henrique foi atingido por um disparo na cabeça. Ele chegou a ser levado para a Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo relatos de testemunhas, a abordagem aconteceu em um bar. Durante a ação, Luan de Oliveira Cleto, de 25 anos, teria avançado contra o policial e iniciado uma luta corporal.
Ainda de acordo com as informações da ocorrência, o suspeito conseguiu tomar a arma do militar e efetuou o disparo que atingiu Paulo Henrique na cabeça. Luan morreu no local.
Conforme as informações divulgadas à época, o suspeito tinha antecedentes por crimes como tráfico de drogas e porte ilegal de arma.
A morte de Paulo Henrique foi confirmada pelo tenente-coronel Nério Filho. O soldado integrava o 9º Batalhão da Polícia Militar e havia concluído sua formação na turma de 2025 da corporação.
“É um acontecimento muito triste, uma situação que pedimos a Deus que jamais se repita. Estamos empenhados em oferecer todo o suporte necessário aos nossos policiais que estiveram envolvidos nessa ocorrência, assim como à família do militar.
Vamos continuar trabalhando de forma séria e focada para evitar que situações tão lamentáveis voltem a acontecer. Infelizmente, um criminoso com diversas passagens, que deveria estar preso, estava nas ruas, reagiu a uma ação policial e tirou a vida de um jovem policial que estava cumprindo sua missão.
É uma perda irreparável para a família, para a Polícia Militar e para todos nós que convivemos com ele. Vamos seguir prestando todo o apoio necessário neste momento de dor”, destacou Nério, comandante do 9ºBPM.
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