Saúde e Bem-estar

Unimed: oito ações ajudam a tornar o atendimento mais seguro

Conheça medidas usadas para identificar riscos, prevenir falhas e tornar a assistência hospitalar mais segura.

A foto mostra paciente sendo atendida em hospital
Fonte: USC l Acervo Institucional

Quando uma pessoa entra em um hospital, espera receber cuidado, atenção e tratamento seguro. Para isso, a assistência precisa ir além da atuação individual dos profissionais.

A segurança do paciente reúne práticas que ajudam a prevenir falhas, identificar riscos e reduzir danos durante o atendimento. Essas medidas envolvem profissionais de diferentes áreas e acompanham toda a jornada do paciente.

O tema ganha destaque no Dia Mundial da Segurança do Paciente, celebrado em 17 de setembro. A data reforça a importância de criar ambientes de saúde capazes de prevenir incidentes e aprender com os problemas identificados.

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O que os hospitais fazem para aumentar a segurança?

A segurança depende de processos organizados, comunicação entre equipes, treinamento e acompanhamento constante. Por isso, hospitais adotam diferentes estratégias para identificar riscos antes que eles provoquem danos.

Na Unimed Sul Capixaba, oito frentes integram as ações voltadas à segurança dos pacientes.

1. Núcleo de Segurança do Paciente

O “Núcleo de Segurança do Paciente” (NSP) reúne profissionais de diferentes áreas em encontros quinzenais. A equipe analisa eventos adversos, indicadores e riscos assistenciais.

A partir dessas informações, os profissionais definem medidas para melhorar os processos e reduzir novas ocorrências.

2. Monitoramento de eventos adversos

Os serviços de saúde acompanham ocorrências relacionadas à assistência. A análise busca entender os fatores envolvidos em cada situação.

Quando necessário, a instituição também realiza notificações aos órgãos reguladores. O objetivo inclui transformar os problemas identificados em oportunidades de melhoria.

3. Auditorias e protocolos

Auditorias verificam a aplicação das “Metas Internacionais de Segurança do Paciente”, protocolos e barreiras de proteção.

Esse acompanhamento ajuda as equipes a identificar falhas, corrigir processos e acompanhar os resultados das mudanças.

4. Programas de prevenção de riscos

Iniciativas como “Guardiões da Segurança do Paciente”, “Alô, Qualidade” e “Sala de Guerra” aproximam os profissionais das ações de qualidade.

Essas estratégias estimulam a identificação de riscos no cotidiano e fortalecem uma cultura de prevenção.

5. Educação e comunicação

Treinamentos ajudam os profissionais a atualizar conhecimentos e reforçar práticas seguras. A comunicação interna também contribui para manter as equipes informadas.

Na instituição, o “Conecta” utiliza conteúdos educativos, inclusive com o personagem Sergio Paulo, para facilitar a transmissão das informações.

6. Troca de experiências

O “Simpósio de Segurança do Paciente” amplia o debate sobre prevenção de riscos e qualidade da assistência.

O encontro permite compartilhar experiências, atualizar conhecimentos e apresentar boas práticas a profissionais e instituições da rede credenciada.

7. Tecnologia a favor do cuidado

Prontuários eletrônicos integrados ajudam as equipes a acessar informações do paciente durante a assistência.

Ferramentas digitais também podem apoiar o monitoramento, a comunicação e a tomada de decisões. Quando bem utilizadas, essas soluções reforçam barreiras contra falhas.

8. Certificações avaliam processos

Certificações externas também ajudam a avaliar a qualidade e a segurança dos serviços de saúde.

Entre os reconhecimentos citados pela instituição estão a ONA Nível 3, o HIMSS EMRAM Estágio 7 e o selo Diamante de Alta Conformidade nas Práticas de Segurança do Paciente, da Anvisa.

Para Grazielly Vieira Ramos, coordenadora da Qualidade da Unimed Sul Capixaba, a segurança precisa acompanhar todas as etapas do atendimento:

“A segurança deve estar presente em todas as etapas do cuidado. Por isso, precisamos atuar de forma integrada, identificar e monitorar os riscos, acompanhar a jornada do paciente, aprender com as ocorrências e transformar esses aprendizados em melhorias contínuas. Mais do que cumprir protocolos, queremos fortalecer uma cultura em que todos os profissionais reconheçam seu papel na construção de uma assistência cada vez mais segura.”

Para o paciente, essas medidas representam uma rede de proteção construída antes, durante e depois do atendimento. A participação das equipes, o uso adequado da tecnologia e a análise dos riscos ajudam a tornar o cuidado mais seguro.

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