Internacional

Ataque brutal! Grupo promove massacre de 70 cristãos

Saiba mais sobre o massacre de cristãos na República do Congo e o impacto da violência extremista na região.

Por Flavio Cirilo

4 mins de leitura

em 27 de fev de 2025, às 10h57

Foto: Reprodução | ONU | Ilustrativa
Foto: Reprodução | ONU | Ilustrativa

Um atentado devastador, ocorrido em 13 de fevereiro de 2025, resultou na morte de 70 cristãos na Vila de Kasanga, localizada na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo. O massacre, atribuído ao grupo extremista Forças Democráticas Aliadas (ADF), revela a crescente insegurança na região. As vítimas foram sequestradas e, posteriormente, executadas dentro de uma igreja protestante. Dessa forma, o episódio intensificou ainda mais o medo entre os moradores locais.

Grupo extremista aterroriza comunidade cristã

De acordo com testemunhas, os militantes da ADF invadiram a comunidade de Mayba durante a madrugada. Inicialmente, capturaram 20 cristãos. Entretanto, quando moradores tentaram resgatá-los, mais 50 foram sequestrados. Logo depois, todos foram levados à força para a vila de Kasanga. No local, os corpos foram encontrados com sinais de brutalidade extrema, o que reforça a violência empregada pelo grupo terrorista.

Vítimas incluíam mulheres e crianças

Entre os mortos estavam mulheres, crianças e idosos. Além disso, muitos foram amarrados antes de serem brutalmente executados. A cena encontrada dentro da igreja protestante foi descrita como aterrorizante. Como resultado, a comunidade local vive em estado de choque. A violência desenfreada da ADF tem levado ao deslocamento forçado de milhares de pessoas na República do Congo, já que a população busca segurança em outras regiões.

Região sofre com intensificação da violência

Nos últimos meses, a ADF, originalmente formada em Uganda, tem ampliado seus ataques no leste da República do Congo, mirando, sobretudo, vilarejos cristãos. Diante desse cenário, muitas igrejas, escolas e unidades de saúde foram fechadas. Enquanto isso, líderes comunitários afirmam que o governo tem dificuldades para conter a escalada da violência, o que gera ainda mais insegurança.

Comunidade internacional condena massacre

Após a tragédia, diversas organizações internacionais se manifestaram, classificando o episódio como um crime contra a humanidade. Por isso, entidades de direitos humanos exigem ações concretas para proteger os civis e punir os responsáveis pelo massacre. Ao mesmo tempo, moradores temem novos ataques e pedem ajuda emergencial, pois a situação continua crítica.

Igrejas fecham e fiéis vivem sob ameaça

A perseguição religiosa tem se intensificado, o que resultou no fechamento de várias igrejas cristãs na República do Congo. Por conta disso, muitos fiéis decidiram abandonar suas casas e buscar abrigo em locais mais seguros. Além disso, a insegurança tem impactado diretamente a economia, já que agricultores e comerciantes não conseguem manter suas atividades devido ao medo constante de novos ataques.

Portas Abertas pede intervenção global

A organização cristã Portas Abertas, que monitora a perseguição religiosa em diversas partes do mundo, pediu uma resposta imediata da comunidade internacional. Segundo a entidade, é essencial agir agora para evitar novas tragédias e garantir a proteção dos cristãos na região. Portanto, líderes globais estão sendo pressionados a intervir antes que a situação se agrave ainda mais.

Esforços militares não impedem avanço do terrorismo

Nos últimos anos, o governo congolês, em parceria com forças internacionais, tem realizado operações militares para tentar conter a ADF. No entanto, os resultados ainda são limitados. Dessa maneira, especialistas afirmam que as ações, por si só, são insuficientes para desmantelar o grupo extremista. Assim, muitos acreditam que apenas uma intervenção mais ampla pode reverter a situação alarmante.

Cristãos seguem resistindo em meio ao terror

Apesar da crescente violência, comunidades cristãs na República do Congo continuam se reunindo para orações e apoio mútuo. Ainda que vivam sob constante ameaça, líderes religiosos reforçam a importância da fé e da união como forma de resistência. Enquanto isso, o mundo observa com preocupação os desdobramentos dessa crise humanitária, que continua a colocar milhares de vidas em risco.

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