Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas, faria 55 anos; veja os hits mais tocados
Embora a trajetória de Dinho tenha sido interrompida em 1996, suas composições continuam presentes em rádios, shows e diferentes eventos pelo país.

O vocalista dos Mamonas Assassinas, Dinho, completaria 55 anos nesta quarta-feira (5). Mesmo após quase três décadas de sua morte, o legado musical do artista continua presente no país. Para lembrar a data, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) divulgou um levantamento com as músicas de autoria do cantor mais tocadas e regravadas no Brasil.
Receba as principais notícias no seu WhatsApp! clique aquiEmbora a trajetória de Dinho tenha sido interrompida em 1996, suas composições continuam presentes em rádios, shows e diferentes eventos pelo país. Assim, quase três décadas após sua morte, o repertório criado pelo cantor segue conquistando novas gerações de ouvintes.
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De acordo com o banco de dados da gestão coletiva de direitos autorais, Dinho possui 28 obras musicais e 57 gravações registradas no Brasil. Esses números mostram a permanência de suas músicas no cenário musical e reforçam o impacto que o artista deixou na música brasileira.
Entre as composições mais executadas nos últimos cinco anos, “Pelados em Santos” ocupa a primeira posição do ranking. Além disso, a canção também aparece como a obra de autoria de Dinho mais regravada, com 42 versões registradas.
Após 30 anos, músicas dos Mamonas Assassinas seguem como hits
Logo depois, aparecem no ranking das músicas mais tocadas “Vira-vira”, parceria de Dinho com Julio Rasec, e “Robocop Gay”, também assinada pelos dois compositores. Em seguida, completam a lista canções que se tornaram marcantes no repertório da banda, como “Chopis Centis”, “Lá Vem o Alemão”, “Bois Don’t Cry”, “Mundo Animal”, “1406”, “Jumento Celestino” e “Sabão Cra-Cra”.
Além disso, o levantamento do Ecad também destacou as músicas de autoria de Dinho que mais receberam novas gravações ao longo dos anos. Nesse ranking, “Pelados em Santos” aparece novamente na liderança. Na sequência surgem “Robocop Gay”, “Chopis Centis”, “Vira-vira” e “1406”.
Por outro lado, a legislação brasileira garante que os direitos autorais das obras continuem protegidos mesmo após a morte do artista. A Lei nº 9.610/98 determina que os herdeiros recebam rendimentos pelas execuções públicas das músicas durante 70 anos após o falecimento do autor ou de seus parceiros de composição.
Dessa forma, as canções criadas por Dinho continuam gerando direitos autorais sempre que são tocadas em rádios, shows, casas de festas, sonorização ambiental ou eventos populares. Assim, o humor irreverente e as composições marcantes do vocalista dos Mamonas Assassinas seguem vivos na memória do público brasileiro.
Com informações da assessoria de imprensa do Ecad.
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