Vitor de Ângelo surge como alternativa competitiva e pode surpreender nas urnas

Perfil técnico, silêncio estratégico e resultados colocam o secretário no jogo das eleições 2026

Foto: Thiago Coutinho/Divulgação

Vitor de Ângelo não se encaixa no estereótipo tradicional do candidato “popular”, mas talvez seja exatamente isso que o torne competitivo. Em um ambiente político acostumado a nomes barulhentos, ele surge pelo caminho oposto, silencioso, técnico e com resultados acumulados.

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À frente da Secretaria de Estado da Educação desde 2019, Vitor de Ângelo, que é pré-candidato a deputado federal, não ocupou um cargo qualquer. Ele comandou uma das estruturas mais complexas do governo estadual, com orçamento bilionário, cerca de R$ 3,5 bilhões, presença em todos os municípios e impacto direto na vida das famílias capixabas.

Poucos pré-candidatos a deputado federal conseguem apresentar esse currículo logo na primeira eleição e quase ninguém fala sobre o que isso realmente representa quando o assunto é capacidade de articulação política em escala estadual.

Não se trata apenas de gerir escolas, mas de administrar o segundo maior orçamento do Espírito Santo, uma máquina pública com presença em todos os municípios.

Outro ponto que não pode ser subestimado e pode virar o jogo no momento decisivo da campanha é o fato de que ao contrário de políticos tradicionais, Vitor de Ângelo não construiu sua imagem a partir de discursos inflamados ou disputas ideológicas rasas. Ele se tornou conhecido dentro das escolas, nas prefeituras e entre profissionais da educação.

Os números à frente da Secretaria de Educação do Estado reforçam a tese de que, de forma intencional ou não, Vitor de Ângelo esteve presente entre os públicos estratégicos com entregas.  

Na sua gestão, o Espírito Santo saiu de 32 escolas de ensino em tempo integral para 214. Além disso, colocou o Estado em primeiro lugar no ensino médio no Brasil, de acordo com o Ideb.

Nesse contexto, não é exagero afirmar que Vitor de Ângelo reúne condições reais para surpreender nas urnas em 2026. Sua pré-candidatura foge do óbvio e justamente por isso pode encontrar ressonância em um eleitorado que começa a exigir mais política pública do que promessas fáceis e personagens folclóricos.

De modo geral, há no inconsciente popular um “cansaço” em relação aos políticos tradicionais. E, portanto, a busca por representantes mais preparados, especialmente em áreas sensíveis como educação tem crescido. Vitor de Ângelo pode não gritar slogans, mas fala com dados, planejamento e coerência. Em um país cansado de improvisos, isso pode ser mais sedutor do que parece.

As informações/opiniões aqui escritas são de cunho pessoal e não necessariamente refletem os posicionamentos do AQUINOTICIAS.COM

Graduado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade 2 de Julho e MBA em Comunicação Corporativa pela Unifacs, já trabalhou como produtor de jornalismo all news na Band News FM Salvador. Exerceu a função de assessor de imprensa e comunicação na Prefeitura de Madre de Deus, Grupo Varjão e Câmara Municipal de Salvador.